quarta-feira, 8 de março de 2023

(7 de Março de 2023) Titio Marcio, Gio ''Vizinho de Satã'' Mendes e Leandro ''Buchinsky'' Caraça em Rolê-Garimpo nos Sebos + Aventura-Desventura Solo em Evento de Hard Rock Farofento no Allianz Parque


 

 

... decidimos visitar alguns sebos de uma certa região de São Paulo e, em um deles, acabei pegando três DVDs nacionais por R$ 5 cada: Na Teia da Aranha e as partes 2 e 3 de Busca Implacável. Na Teia da Aranha segue Beijos Que Matam e depois recebeu uma terceira parte, A Sombra do Inimigo, com o Morgan Freeman sendo substituído no papel do detetive Alex Cross. Lembro de gostar dos três filmes quando os vi, então pode ter sido uma aquisição digna. Já Busca Implacável 2 e 3, dirigidos por um tal Olivier Megaton (nome tipo ''DJ Caruso'' - pelo nome você já sabe que o cara manda mal), são duas tranqueiras do caralho, mas que, por algum motivo, achei que seria boa ideia trazer para a coleção de Devedês.

Aí, após explorarmos mais um pouco os sebinhos dessa área, o Leandro acabou nos levando a um sebo de uma região ali perto, que eu e o Gio nunca havíamos visitado. Uma vez lá dentro, logo após o Leandro ter que ir embora, consegui adquirir dois Blu-rays americanos interessantes o suficiente, por R$ 15 cada: Atividade Paranormal 1 e 30 Dias de Noite. 30 Dias eu nunca assisti, mas imaginei que poderá ser interessante de conferir em alta definição, apesar do sempre canastrão Josh Hartnett como protagonista. (Hartnett esse que se queimou eternamente ao atuar ao lado do sempre detestável Harrisshole ''Han Só no Loló'' Ford no deplorável Divisão de Homicídios.) Já AP 1 eu sempre quis pegar nesse BD americano, já que a edição nacional deixa a desejar. Outra coisa a desejar é pensar que o final original do filme - bastante impactante - foi mudado para algo infinitamente pior, por sugestão do otário do $teven Is Pig. Puta que pariu, pensar que, a essa altura do campeonato, os responsáveis por AP ainda não haviam aprendido que nada de bom pode vir do imbecil responsável por Jurassicunt Porko, O Resgate do Scumbag Ryan, Jogador Número 0 (que só não é o pior filme que assisti na década passada porque nada é pior do que A Hora Mais Escura, da Kathryn Big Low), a horrorosa franquia do Indianal Jones e trocentos outros crimes inafiançáveis contra a Sétima Arte... Enfim, agora possuo o BD americano do AP 1 mais as edições nacionais em BD das partes 2-4 e o Marcados pelo Mal. Quero conseguir a seguir a edição nacional no formato do Atividade Paranormal em Tóquio, AKA Atividade Paranormal: Tóquio. Já o Dimensão Fantasma (um tsunami de jumpscares genéricos) e o filme que veio depois (que, a julgar pelo trailer e por coisas que ouvi e li, parece chupar o horrível Midsommess - portanto não tem como ser bom) não me interessam em absolutamente nada.

Ainda se tratando dos sebos que visitamos ontem, em um deles, encontrei o single Hello Again, do My Little Lover, pelo salgado preço de 50 mangos. No centro de Sampa, os singles japas sempre custaram entre R$ 1 (!) e R$ 10 estourando. Ainda assim fiquei tentado a pegar esse single. Por R$ 20 ou R$ 25 estourando acho que daria para encarar. Afinal, essa é uma das canções mais lindas e sensacionais que já escutei na vida, e foi uma das responsáveis por eu me apaixonar por JPop - dos anos 80 e 90 - lá na metade da década de 2000. Até tenho o CD do MLL que a possui, além de dois singles futuros da banda, mas esse single é o item mais imbatível da banda para mim. Bem, quem sabe eu o consiga futuramente em outro lugar - afinal, já consegui singles mais obscuros e raros do que esse na minha trajetória como ''JPopper''.

Aí o Gio teve que cair fora e, pouco antes disso, tive uma ideia inusitada: ir na Barra Funda, para verificar a vibe por lá, afinal, no Allianz Parque, haveria o show do Def Leppard com o Motley Crue - sim, você não leu errado, essas bandas ainda existem, apesar de terem morrido no milênio passado, mais precisamente no longínquo ano de 1987.

Bem, a real é que, por mais que seus integrantes não sejam pessoas agradáveis, seus shows sejam ruins-péssimos tanto nas performances quanto nos previsíveis e batidos setlists, e todos os discos lançados por ambas as bandas a partir de 87 sejam esculhambados, os três primeiros discos desses grupos são clássicos absolutos do metal farofa. E, por causa desses três primeiros álbuns (On Through the Night, High and Dry e Pyromania no caso do Def Lep, e Too Fast for Love, Shout at the Devil e Theatre of Pain no caso do Motley), ambas as bandas acabam figurando entre as minhas favoritas de todos os tempos.

Outro motivo de ir lá, além de tentar escutar algo do show do lado de fora (!), foi o de tentar comprar alguma camiseta supimpa com os camelôs camaradas.

Mas, como a região da Barra Funda, principalmente de noite (o evento estava previsto para acabar tipo 23H30) e nas proximidades da estação de metrô, pode ser meio deserta e até perigosa, decidi deixar as coisas que eu havia comprado com o Gio, no caso de eu acabar sendo assaltado na volta.

Assim, fui pra lá com porra nenhuma na mochila, e com dinheiro suficiente somente para comprar uma única eventual camiseta.

Chegando na região, fui surpreendido com uma quantidade maior de camisetas à venda do que eu imaginava. Outra coisa inusitada foi perceber que não eram só camisetas piratas: os camelôs estavam vendendo também camisetas oficiais da Consulado do Rock (!) além de algumas camisetas que esgotaram na Galeria do Rock anos atrás (!!), para a minha surpresa.

Logo que cheguei lá (no começo do show do Motley - se é que dá para chamar as pataquadas do Vince Neil, AKA Pior Cantor da História do Hard Rock Mundial, de ''show''), as camisetas estavam custando de R$ 70 a R$ 80, a mesma faixa de preço atual da Galeria. Mas, mais adiante, encontrei um local as vendendo por preços menores, e, daí, comprei uma do Theatre of Pain (da Consulado, com o tracklist na parte de trás) por meros R$ 55. Uma pena que eu não tinha mais grana para comprar dois modelos diferentes do Shout at the Devil, incluindo uma camiseta que desapareceu da Galeria faz anos. (Se eu tivesse então comprado aquele single do My Little Lover, aí eu não teria como comprar nem uma mísera camiseta...)

Já sobre os shows em si...

Imaginei que teria uma caralhada de gente lá tentando escutar algo do lado de foram, mas, curiosamente, parece que só eu estava com esse propósito por lá. Após circular bastante aquela área toda, achei um lugar que até dava para ouvir algo - porém de forma distante, abafada e distorcida. Dessa maneira, escutei parte de ambos os shows.

No Motley teve partes em que dava para identificar facilmente uma canção, mas, em outras ocasiões, era uma confusão do caralho. Acreditem se quiser: durante a Dr. Fillernogood, eu fiquei em dúvida no começo se era ela ou a subestimada Piece of Your Action que estava rolando. Em outro momento eu não tinha certeza se era a Too Fast for Love ou a esquecida Sick Love Song (uma das poucas que prestam a partir de 1990).

Já no show do Def Lep o áudio estava mais limpo e audível, de maneira geral. Curti Animal (a única que adoro após o Pyromania), Foolin' (lembrando geral que, mesmo na época boa, as letras do Def Leppard já eram horríveis) e o guilty pleasure Armaggedon It, uma das coisas mais retardadas da história da música mundial. Mas, assim que a ultra-hiper-mega-odiável Love Bites teve início, tratei de cair fora de lá, para não ter que escutar aquele refrão horroroso.

Portanto, tive que, novamente, desviar dos cambistas tentando vender ingresso (''os cambistas se ferraram dessa vez''), para chegar até o metrô Barra Funda e voltar para casa. (E nem adiantava falar pros cambistas que eu não tinha nenhum interesse em comprar ingresso. Eles praticamente imploravam pras pessoas comprar ingresso deles. E eles simplesmente não entendiam como diabos eu podia estar lá sem ter interesse em assistir os shows.)

Músicas do setlist de ontem do Motley que entrariam no MEU setlist:

Wild Side
Shout at the Devil
Too Fast for Love

Músicas do setlist de ontem do Def Lep que entrariam no MEU setlist:

Animal
Foolin'
Rock of Ages
Photograph

(E, por falar em shows, continuo na torcida para que o Fake Number volte a ativa, com o line-up que for, desde que seja com a Elektra no vocal. Vem rolando uns rumores de que a banda pode voltar a qualquer instante, e até surgiu uma Platônico 2 no Tubão algum tempinho atrás.)

 


 

sábado, 25 de fevereiro de 2023

(Vida Bizarra) Relato do Dia: Titio Marcio no Hospital do Michael Myers e Outras Histórias Estranhas


 

 

(Tentarei manter essa postagem curta e objetiva. Veremos se conseguirei.)

Hoje tive que fazer uma ida a um hospital de SP que eu nunca havia visitado, na parte de uma região em que nunca frequento.

Chegando lá de ônibus, reparei que, do lado de fora, o hospital em questão realmente tem a aparência de um hospital comum.

Mas PQP: entrando lá, parecia que eu estava no Haddonfield Memorial Hospital, o infame hospital do segundo Halloween: o negócio todo abandonado, e era possível andar bastante lá dentro sem trombar ninguém, seja funcionário ou paciente. E tem aqueles que chamam Halloween II de inverossímil, dizendo que não existem hospitais daquele tipo na vida real...

OK, após o meu compromisso lá ser realizado, saí e fui em um restaurante próximo, já que não havia comido absolutamente nada o dia inteiro - o que não é novidade para mim, já que, nos meus rolês VHS mais extremos e influenciados por A Dark Song, o filme que me levou a loucura e mudou a minha vida para sempre, eu costumava mesmo passar o dia inteiro sem me alimentar de maneira alguma, como parte dos meus sacrifícios ao Deus VHS (uma pena somente que, em troca, eu só tomei no cu e não cheguei a lugar algum, para deixar de ser trouxa e iludido).

Aí, após o rango, decidi explorar a região, caminhando a esmo pelos arredores, já que é sempre empolgante andar por cantos inesperados. (Quer dizer, isso só é empolgante até você eventualmente trombar gente mal-intencionada que poderá te assaltar-espancar-estuprar-assassinar, é claro.)

Como se trata de uma espécie de fim de mundo, achei que não seria possível trombar alguma fonte colecionista por aqueles cantos.

Até que, andando aqui e ali, trombo um lugar com a fachada simplesmente dizendo:

''SEBO''

WHAT THE FUCK :) Sem pensar duas vezes, já fui entrando empolgado, lógico! Afinal, mesmo se não encontrasse nenhum item apetitoso, ainda assim a experiência provavelmente seria válida.

A atendente era uma senhora que foi me guiando pelos CDs, DVDs e DVDs ''alternativos'' do local. Quando perguntei por eventuais outros CDs e DVDs, ela chamou um cara para me atender.

E. PUTA. QUE. PARIU.

Reconheci o cara de imediato e fiquei muito espantado: era o mesmo cara que, em 2013, me vendeu a minha VHS mais rara ever, Grunt: Confronto Mortal (divertido ''wrestlesploitation'' sem noção dos 80s que poderá agradar fãs de El Santo e afins - mas só eles também), da ultra-obscura House Movie, em um sebo perto da Mooca que não existe mais desde a virada de 2014 para 2015!!!

Caralho, minha vida é muito bizarra. Quem diabos poderia prever algo assim para hoje...

Disse então que o reconheci daquela ocasião, e ele até comentou que ainda tinha algumas VHSs lá nessa loja. Ele trouxe as fitas para eu olhar, mas, infelizmente, eram somente umas dez, e todas muito fracas.

Mas, como ele também tinha mais DVDs além daqueles à mostra, acabei passando um tempo por lá fuçando esses DVDs todos. (Até tinha lá aquele combo de banca dos Halloweens 2 e 3, hahahaha, dando uma sensação 3D ao rolê todo.)

E eis que, no final das contas, sem pedir desconto nem nada, acabei comprando lá os seguintes produtos por precinhos bem camaradas:

* HQ Jaspion # 1 (Abril) = R$ 5

Peguei por reposição, pelo preço inacreditável e para trocar com algum eventual otaku por algum item de meu interesse - poderá ser uma VHS foda ou um single foda. A capa está meio detonada por causa de um durex sem noção, mas é uma peça histórica. E um detalhe curioso: essa modesta HQ foi o meu PRIMEIRO item colecionista ever, quando eu, lá em 1990, no seu lançamento, fui presenteado com ela, que havia acabado de sair nas bancas. Eu mal havia nascido e já estava sendo levado para esse mundo do colecionismo.

* DVD original Medo em Cherry Falls (Alpha + Caras) = R$ 4

Edição de banca desse simpático slasher que marca o auge da gostosura da finada Brittany Murphy - destaque para a cena dela provocando o namorado, hahaha. Infelizmente, é um daqueles casos tipo Martin (a única obra-prima do George Romero) ou o segundo Amityville - ou trocentos outros filmes - de uma obra cinematográfica que, ao que indica, permanecerá com cortes eternamente, e nunca teremos a chance de conferir em versão uncut. Mas o filme é bacana de qualquer forma. O deverei assistir novamente essa noite mesmo.

* DVD original [REC] (California) = R$ 3

Preciso rever esse found footage altamente cultuado, já que só o assisti na época em que surgiu e não curti muito.

* DVD ''alternativo'' Busca Implacável 2 = R$ 3

Tenho o primeiro - muito maneiro - em Blu-ray canadense e, agora que peguei o 2 pirata, também pegarei o 3 pirata; sei de uma fonte que o possui. Dizem que essas partes 2 e 3 são bem toscas, mas quero sim fazer uma dobradinha com elas. Aliás, se não me engano, um dos vilões é interpretado pelo tiozão que faz o pai da Leelee Sobieski em De Olhos Bem Fechados. Só por isso já valeria a pena assistir.

OK, até o próximo rolê inusitado, galera.

P.S. OFF-TOPIC 1: Cacetada, no mês passado o 7NEC teve exatas 666 visualizações gerais :)

P.S. OFF-TOPIC 2: Em uma das últimas lives do Regis Tadeu + Paulo Baron (PB esse que ganhou o meu respeito máximo no dia em que disse as seguintes palavras: ''EU ODEIO $TAR WAR$. ACHO CHATO PRA CARALHO.'' Hail.), aconteceu algo meio sinistro. Foi a live sobre discos ao vivo, na altura específica de 1:51:51. O Regis recebeu um superchat da esposa de um amigo dele. Aí ele disse, de uma forma meio estranha e possivelmente maliciosa (ao menos dava abertura para essa leitura), que a mulher em questão era ''uma pequena demônia'', dizendo ''é uma piada interna'' a seguir. Após isso entraram uns sons estranhos de fundo, meio distorcidos, como se houvesse uma conversa alheia interferindo na live. O Regis ficou olhando confuso pros lados e comentou ''cara, eu tô escutando umas vozes'', ao que o Baron respondeu ''eu não ouvindo nada''. Foi esquisito. Bem... O Regis já comentou uma vez que já teve experiência sobrenatural, mas sei lá que porra ocorreu dessa vez. Talvez não foi nada. Ou talvez foi ''um pequeno demônio'' cobrando alguma satisfação dele. Vai saber.

 



 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Post Estranho e Experimental (e Possivelmente Desorganizado), sem Tema Específico e sem Nenhum Tipo de Roteiro


 

 

Tentarei fazer aqui uma postagem diferente do habitual, comentando coisas variadas sem roteiro algum de qualquer tipo. Simplesmente sairei escrevendo coisas e veremos no que vai dar. E é bem possível que o post ficará bastante bagunçado e desconexo. Considere-se avisado e vamos lá.

Por onde começar...

Bem, recentemente assisti Cannibal e Carcinoma pela primeira vez, ambos do Marian Dora, o responsável por Melancholie der Engel, aquela desgraça terminal já comentada aqui em um PURE MASSACRE passado. Melancholie (uma variação interminável e extremamente porca do ''crááássico'' O Come Tudo, AKA Alucinações de um Gozador, do mestre Sady Baby - lembrando que outro notório filme alemão extremo, o Stoic do Uwe Boll, pode muito bem ter chupado um certo curta-metragem do Mário Vaz Filho, AKA Marinho, AKA Mr. Papaco) é um dos maiores lixos que já assisti na vida, mas, surpreendentemente, os outros filmes que vi de Dora (Cannibal, Carcinoma e Voyage to Agatis) são bons sim. Claro que são para nichos bem específicos e não para o habitual fã de horror, mas, dentro do campo do cinema extremo, essa trinca manda bem sim. E é interessante perceber a trilha sonora ''Gobliniana'' de Cannibal e a clara influência Fulciana em Agatis, com os closes gorezentos bem na linha do The Godfather of Gore (HG Lewis é o escambau - e pensar que aquele picareta pensava ser o precursor da porra toda, tsc, tsc). Já Carcinoma é, até agora, o único Dora que possui uma mensagem séria e não é um mero exploitation.

Em outras notícias, Quarta da semana passada foi feriado em SP e acabei fazendo uma visita não planejada a minha antiga vizinhança, onde levei um susto ao perceber que uma antiga pichação lá, de 2004, de uma antiga namorada de um camarada meu da época de colegial, continua intacta: ela pichou ''HOOBASTANK'' ao lado de um extinto mercadinho, em homenagem ao notório grupo one-hit wonder (ex-Hoo''BUS''tank) lembrado apenas por aquela balada horrorosa que, qualquer hora dessas, atingirá UM BILHÃO de views no Tubão. Verificar que, quase duas décadas depois, essa pichação ainda não foi apagada me inspirou até a fazer um futuro post sobre a banda, mesmo porque até possuo na minha coleção o primeiro single deles, da excelente Crawling in the Dark, uma canção meio emo e meio new metal. Outra faixa que recomendo fortemente deles é Earthsick, da época funk metal do grupo, antes deles trocarem o ''BUS'' por ''BAS''.

Por falar na semana passada, na noite-madruga de Sábado 28 para Domingo 29 acabei indo no Fofinho conferir covers de Twisted Sister, KI$$ e WASP.

O TS Cover pecou pelo curto show de míseros 40 minutos, pelo vocalista errando letras diversas e pela ausência de alguns clássicos, principalmente a maravilhosa You Can't Stop Rock N Roll. (Ainda assim, foi o show mais marcante dos três.)

O Dinasty (cover de KI$$) fez uma apresentação que pode ter sido interessante pros fãs da banda, grupo do qual, definitivamente, não me encaixo. Mas foi curioso ouvir Lick It Up e reparar algo que, sei lá por que diabos, nunca tinha notado antes: pode ser que o refrão da Still in Love, do Stage Dolls, tenha dado uma chupada básica no refrão de Lick It Up. Seja como for, o ''ohhh ohhh ohhh'' de ambas canções provavelmente foi roubado de The Wizard do Uriah Heep. Bem... Qual artista ou banda que nunca roubou música de alguém, né?

E o show do WASP Cover, novamente, não tocou absolutamente nada do meu adorado disco Still Not Black Enough - melhor nome de disco da história. Foi a terceira vez que vi show deles e também a terceira vez que, no fim da apresentação, cheguei em alguém da banda sugerindo música desse álbum seriamente subestimado. Inclusive, no meu TOP 5 WASP entram três faixas desse disco: a canção-título, Black Forever e Goodbye America. (As outras duas são The Idol e The Torture Never Stops.)

De resto, dá-lhe cerveja e sangue falso respingando em mim...

Bem, a real é que todos os setlists de todos os shows que assisto sempre irão me decepcionar. Estou sempre ciente disso. Sempre irão tocar coisas que não quero ouvir, e sempre deixarão de tocar coisas que quero ouvir. A única exceção ever foi no show do Violet Soda, em Março de 2020, em que eles tocaram todas as 18 canções deles disponíveis naquela época. (Fui naquele show sem fazer ideia de que, naquele mesmo mês, viria a quarentena que interromperia os shows em geral durante mais de um ano e meio. E eu mal sabia também que o Violet acabaria e que aquele seria o último show da história da banda...)

Por falar em Fofinho e setlists frustrantes, essa noite terá lá covers de MCR, Bullet for My Valentine e 30 Seconds to Mars. Bem, parei de ir nos shows do MCR Cover Brasil graças aos seus setlists que sempre me deixavam altamente descontente, esnobando o único álbum realmente foda da banda (Bullets) e dando uma atenção indevida a canções horrorosas como Mama, Disenchanted, Sing, Summertime, The World Is Ugly, Stay, My Way Home Is Through You e The Foundations of Decay, além da presença sempre garantida da seriamente deplorável The Ghost of You (a minha terceira canção menos favorita de todos os tempos, ficando atrás somente de Down do Blink Chupa 182 Bolas, em segundo lugar, e duma canção duma cantora picareta de dream pop que prefiro nem citar para não trazer azar - mas que será devidamente massacrada quando eu fizer o post das 10 músicas que mais odeio). A única coisa legal da The Ghost of You é a capa do seu single, que parece poster de filme do David Prior :) Bullet for My Valentine é chato pacaray, e, sobre 30 Seconds to Mars, prefiro ficar com as palavras do poeta (?) Regis Tadeu: ''Tem que tirar o chapéu pro Jared Leto: ele é 100% de aproveitamento zero. Na música ele é uma merda. No cinema ele é uma merda.'' Bem, na verdade 30STM é uma das bandas mais oportunistas que se tem notícia. Quando o new metal bombava, eles eram new metal. Quando o emo estourou pra valer, eles viraram emo. Quando tanto o new metal quanto o emo não estavam mais em evidência comercial, eles passaram a fazer uma espécie de pop rock eletrônico. Mas, com isso tudo dito, até admito que o primeiro disco deles, da era new metal, é sim interessante, além de ter a ótima Welcome to the Universe, a única canção deles que realmente adoro.

Enfim, ficarei em casa ao invés de ir lá, claro.

Em outros temas, fechei Janeiro sem comprar absolutamente nada se tratando de coleções e tal. Os meus últimos itens adquiridos foram em Dezembro, quando, aliás, comprei minha última VHS até o momento: Os Pássaros com a caixinha de papelão intacta, e arte bem diferente da outra edição, que também tenho. É um filme muito bom, apesar de não entrar no meu TOP 5 Hitch - Um Corpo Que Cai, Psicose, Frenesi, Intriga Internacional e Janela Indiscreta. (By the way, me pergunto se, um dia, trombarei Frenesi e as sequências de Psicose nas versões em papelão... Possuo Psicose 1, Um Corpo Que Cai e essa Os Pássaros dessa forma, sendo que as três estão com o ''papelon intacton''.)

E muito em breve deverei assistir a Trilogia do Apocalipse do João Carpinteiro numa só tacada, em alguma noite próxima. Será o primeiro filme (O Enigma de Outro Mundo, AKA A Coisa) em Blu-ray, e os outros dois (O Príncipe das Sobras e À Beira da Loucura, AKA No Limite da Loucura) em DVD. (Até tenho também o 2 e o 3 em VHS, mas são fitas que irei doar, já que não fazem sentido para mim no formato.) Bem... O primeiro talvez seja a única outra obra-prima do JC fora Halloween. O terceiro vai muito bem até certo ponto, aí vira um desastre catastrófico. E sobre o segundo... Bem, O Príncipe das Sombras é simplesmente uma das coisas mais insuportáveis e vergonhosas já cometidas desde que inventaram o cinema no final dos anos 1800. E pensar que mesmo com essa e várias outras atrocidades na filmografia, Carpenter ainda é chamado de ''gênio'' por alguns... A única coisa genial chamada CARPENTER é mesmo o primeiro single do Nightwish, isso sim.

OK, decidi agora dar uma olhada ali numa listinha de possíveis próximos posts:

* Trailer de Pânico 6 (REACT)

Esse post está em andamento desde que o trailer em questão foi liberado. Como o filme terá a minha adorada Kirby (''Hay Pan'') de volta (que entra no meu TOP 3 de personagens femininas de slashers, junto da Angela do primeiro Acampamento Sinistro e da Laurie Strode de Halloween 1, 2 e H20 - antes dela se queimar em aparições posteriores), e a ausência da chata mór Sidney (bastante insuportável desde o horrendo Pânico 3), até farei questão de conferir essa porra na tela grande - por mais que eu não espere um filme muito bom, afinal, a franquia em si é altamente problemática e gosta de fazer o espectador de otário a la Stranger Fags.

* Terrifier 2 (PURE MASSACRE)

Essa baboseira do caralho certamente merecerá um massacre detalhado. Me deixou com mais ou menos tanta raiva quanto o Halloween Ends. Se bem que, pelo menos, o Ends não possui hype nenhum - pelo contrário. O segundo Terrifier é uma autêntica palhaçada.

* Def Leppard Reviews

Estou cogitando fazer uma série de posts analisando toda a discografia do Def Leppard. Ou seja, enchendo a bola dos maravilhosos três primeiros discos e arregaçando até a medula tudo que veio depois.

* Crushed 3X

Pitacos variados sobre três filmes ''stalkersploitation'' com ''Crush'' no título original.

* As Minhas 10 Canções Mais Odiadas (PURE MASSACRE)

Só adiantarei que a primeira colocada fará as demais 9 parecerem obras-primas na comparação. E, para a possível surpresa de alguns, terá sim bandas que adoro na postagem (Megadeth, Miley, Avril, MCR...). Aqui não existe idolatria e pego pesado até com as bandas que venero. Afinal, não tenho a menor ilusão de que exista alguma banda com discografia perfeita ou algo minimamente próximo a isso.

* FDSs de Dezembro de 2022

Um relato dos meus fins de semana de Dezembro do ano passado, em que aconteceram algumas coisas meio bizarras, tipo uma espécie de sessão 3D de Noites Brutais (Barbarian), na tela grande, com um autista mucho loco - a la Craig Nicholls - do meu lado. Claro que nada é tão bizarro quanto o final de Novembro, quando trombei um sinistro pitbull do outro lado da rua do Fofinho...

É, acho que é tudo por hoje. Nos vemos na próxima postagem.

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BÔNUS: Pitbull em Detalhes

Relembrando aqui o meu fatídico encontro com o pitbull do final de Novembro de 2022.

Cheguei no Fofinho, para a ''Operação Fofinho no Escuro'' (quando fui lá sem saber o que teria no line-up) muito cedo, quase uma hora antes da casa abrir pro público.

Aí, para passar o tempo, fui dando umas voltas ali perto. Quando atravessei a rua e passei em frente do corpo de bombeiros, onde rolava uma partida de futebol, comecei a ouvir uns latidos se aproximando de mim, mais e mais. Daí eis que, vindo de lá, surge uma porra dum pitbull caminhando na porra da minha direção.

Pensei ''fodeu'' e fiquei sem reação.

Quando noto, o pitbull está lá latindo na minha frente e fuçando a minha calça. Aí pensei naquilo que dizem, de, numa situação dessas, ficar o mais frio e indiferente possível, sem olhar diretamente pro bicho e sem demonstrar reação. Ao mesmo tempo alguns flashes de coisas variadas me passavam pela cabeça, como da vez que surgiu o primeiro game Resident Evil e alguém da minha infância experimentou agir dessa forma imóvel a um cão-zumbi do jogo, e acabou tomando no cu e morrendo... Mas, felizmente, ali na vida real, as coisas funcionaram bem para mim, e não fui atacado de maneira alguma pelo pitbull do corpo de bombeiros. Para a minha sorte também não tinha nenhum carro passando na hora, o que facilitou para que eu cruzasse a rua de volta pro lado do Fofinho, e esperasse a casa abrir, em paz e tranquilidade. E longe do pitbull do inferno.

Isso me fez refletir sobre algumas coisas, e volta e meia penso nessa ocasião. Foi algo mais ou menos parecido com a última noite que fiquei chapado na vida, no começo de Novembro de 2017. Naquela ocasião eu poderia ter seriamente me encrencado com uns sambistas-maloqueiros lá, que, por algum milagre, resolveram me poupar e me deixar viver. Não a toa, eu fiquei 100% sóbrio depois daquilo, e pode ter certeza que aquilo me influenciou fortemente a parar de beber. Claro que houveram outros motivos também, mas aquele foi um dos principais.

Já a programação de shows daquela noite foi bem broxante: covers de Legião, Raimundos e Charlie Brown. Por outro lado até teve uma gostosinha lá que, em dois momentos, pareceu que poderia ficar comigo. Isso é, até eu notar que ela era comprometida, e com um brutamontes ainda. Aí desencanei total e tratei de cair fora imediatamente.

Afinal, como disse em um outro momento, seria muita burrice ser morto por um pitboy após escapar de ser morto por um pitbull.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

REACT = Regis Tadeu Massacrando Love Sux, o Sétimo Álbum de Estúdio da Avril Lavigne + Pitacos Gerais Sobre a Discografia da Nossa Feminazi Favorita




 

 

(Pretendo deixar esse post curto, mas sei lá o que diabos irá acontecer. Seja o que Deus ou Satanás quiser.)

Vi que, para a minha surpresa, o Regis Tadeu fez um vídeo fazendo um PURE MASSACRE no Love Sux (2022), último álbum de estúdio da nossa feminazi favorita, a Avril Lavigne.

Antes de chegar no react em si, gostaria de tecer breves comentários sobre os discos anteriores dela.

Let Go, o debut, é, para mim, um daqueles casos de discos de estreia decepcionantes de artistas que adoro - mesmo caso do Judas Priest, Megadeth e Faith No More, cujos debuts também não me agradam muito, beirando o esquecível. Ainda assim, tem duas faixas sensacionais: a canção de abertura Losing Grip, talvez a única música da Avril que dê para chamar de grunge, e a maravilhosa e completamente subestimada Things I'll Never Say, um raríssimo caso de canção da Avril com letra digna. Mas, no lado negativo, temos fillers como Unwanted e Anything But Ordinary, além da absolutamente insuportável Sk8er Boi, uma daquelas porras que eu adoraria nunca mais escutar na vida - mas, como infelizmente é o terceiro maior hit dela, sempre acabarei me deparando com essa desgraça nas discotecagens e shows cover da vida.

Já os dois discos seguintes, Under My Skin e The Best Damn Thing, são clássicos absolutos, dois álbuns que amo. Inclusive, se juntar os dois, só terá três canções que não curto, que são as xaropices insuportáveis Don't Tell Me (muito infelizmente lançada como single-clipe), How Does It Feel e When You're Gone. (Bem que poderiam ter incluído os ótimos B-sides I Always Get What I Want, Take It e Alone no lugar desse trio de aberrações sonoras.) Tirando as três chatices, temos coisas maravilhosas como as tristemente ignoradas e simplesmente esquecidas Fall to Pieces, Take Me Away, Freak Out (''GONNA LIVE MY LIIIIIFE.''), I Don't Have to Try (refrão cabuloso) e a maravilhosa Everything Back But You (''BITCH! SLUT! PSYCHO BABE!''), o meu real ponto de partida na ''Avrilândia''.

Já os dois discos seguintes, Goodbye Lullaby e Avril Lavigne auto-intitulado (francamente sempre esqueço qual dos dois vem antes) são apenas dignos, e marcaram o início da decadência comercial e artística dela. Mesmo assim possuem lá algumas canções de destaque, como a viciante Smile (a letra é mó barato: ''You know that I'm a crazy bitch. (...) 'Cuz you're fuckin' crazy rock N roll.'') e a magnífica balada Wish You Were Here, a minha favorita com esse nome, superando as homônimas dos xaropes do Incubus e do Pink Floyd - na verdade, a prefiro até mesmo do que a homônima do meu adorado Hey Monday, por mais que aquela seja uma excelente canção também.

E daí a casa caiu em definitivo.

Se as coisas - tanto artisticamente quanto comercialmente - já não iam mais tão bem nos discos 4 e 5, tudo piorou infinitamente mais com a vinda do francamente abominável Head Above Water, um álbum absolutamente horroroso em que nada se salva. Não existe nenhuma faixa minimamente aproveitável nessa aberração pavorosa, uma tentativa da Avril de largar o pop punk emonóide e entrar de cabeça no mundo das divas pop. Óbvio que ela tomou devidamente no culo, como fica evidente em canções ridículas como a desgraçada I Fell in Love with the Devil (cujo refrão vem me assombrar de tempos em tempos), Dumb Blonde (dueto com a Nicki Menage) e a faixa-título. Um disco para ser completamente evitado com todas as forças, e provavelmente um dos piores álbuns de todos os tempos.

E agora sim chegaremos no react, com o Regis massacrando o sétimo LP dela, Love Sux.

Bem, concordo com várias coisas que o Regis disse no hilário vídeo, mas discordo de que todas as faixas do álbum sejam fracas. Afinal, gosto muito da faixa-título (''Na na na, now I'm all fucked-up. Call it bad luck. Why does love suck...''), de Bois Lie e da maravilhosa e fodástica ao extremo Cannonball. Diria até que Cannonball entra no meu TOP 5 Avril, junto de Things I'll Never Say (com aquela letra parte romântica, parte safadinha), Freak Out, Nobody's Home e Everything Back But You.

Inclusive, essa parte do Regis malhando a Bois Lie foi mó comédia: ''NÃO É ''BOYS''. É ''BOIS'' MESMO. ''BOIS LIE''!!!'' Ele até chamou a colaboração nessa faixa da Avril com o abominável Machine Gun Kelly (péssimo como ator, como rapper, como pop punker e como qualquer outra coisa - e maldita Netfux que o colocou para interpretar o Tommy Lee no desastrado The Dirt) de um dos duetos mais horríveis da história da música mundial. Bem, concordo que MGK sucks balls, mas acho Bois Lie tão legal que nem ele conseguiu estragá-la para mim.

Mas terei que concordar que o restante desse álbum (''que conta com o Travis Barker, baterista do também horroroso Blink-182'' - realmente, Blink é uma banda que não dá mais para ouvir, uma piada que perdeu a graça já faz tempo) é mesmo muito fraco. Tirando as três faixas que citei acima, não curto mais porra nenhuma de Love Sux. E, para piorar tudo de vez, tiveram a ideia genial (só que não) de lançar as duas canções mais péssimas do disco como os carros-chefes: Bite Me e Love It When You Hate Me, duas pataquadas que certamente entrariam no meu TOP 10 das piores da Avril.

Destaque, também, para o trecho em que o Regis disse que o Love Sux como um todo carece tanto de peso que faz Paramore soar como Megadeth na comparação.

Mas não terei como concordar com o trecho sobre Love Sux deixar a Joan Jett envergonhada. Afinal, a própria JJ (totalmente decadente e perdida desde algum momento dos anos 1980) colaborou com a Miley na pior canção ever de toda a carreira dela, aquela presepada total nível extra hard chamada Bad Karma - que certamente entra no meu TOP 10 de piores músicas que já escutei na vida.

E, por falar em Miley, certamente prefiro a FU dela (presente no disco Bangerz, o último grande momento da MC) do que a homônima do Love Sux.

 


 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

''WE'LL TEAR YOUR FUN APART''... PURE MASSACRE = HELLRAISER 2022, uma Ruindade dos Diabos


 

 

Após o abominável Hellraiser: Judgment (Hellraiser: O Julgamento - o décimo capítulo da franquia), uma das piores aberrações já feitas no cinema de terror, a saída encontrada foi contratar o outrora talentoso diretor David Bruckner (do ótimo A Casa Sombria, AKA The Night House, atmosférico e assustador thriller com a sempre excelente Rebecca Hall) para rebootar o diabólico universo de Pinhead e seus coleguinhas infernais. Mas, muito infelizmente, o resultado também foi muito, muito fraco, ficando acima somente do seriamente péssimo Judgment (de longe, o pior da saga inteira) e do também altamente problemático Deader (O Retorno dos Mortos - o sétimo filme da série).

Aí, após assistir o HR '22, pensei aqui com os meus botões:

''Cacetada, esse diretor é o mesmo do ótimo A Casa Sombria, então por que diabos o Hellraiser dele é essa tranqueira do caralho?''

Bem, talvez seja pelo fato d'A Casa Sombria ser um projeto pessoal dele, e com uma vibe toda sutil e sugestiva. Já o universo - visceral e sanguinolento - de Hellraiser não é lá muito famoso pelas sutilezas, né... Portanto, por mais que o cara tenha demonstrado talento em outro trabalho, acho que podemos concluir que ele não era a pessoa certa para salvar uma saga que se encontrava desgastada e perdida.

Já a trama dessa porra de HR '22 acompanha uma junkie que acaba se deparando com a Configuração de Lamentos, algo que - literalmente - infernizará a vida dela ainda mais do que as drogas. Essa protagonista até é interessante, mas os outros personagens são bem whatever - apesar de um deles ser interpretado por um ator de 13 Reasons Why, o único real acerto da história da Netfux.

E, por falar em personagens whatever, puta que pariu... Dizer o que então das novas versões do Pinhead e seus cenobitas? Ou melhor, DA Pinhead e SUAS cenobitas, já que são todas mulheres aqui! Aí você vê o estrago causado pelo RIDÍCULO Halloween de 2018, gerando essa epidemia de reboots-remakes com intenções feministas. Caralho, isso é muito sem noção... COMO SE AS FEMINISTAS FOSSEM FÃS DE HELLRAISER, PUTA QUE PARIU. (E essa péssima influência do pavoroso Halloween de 2018 também pode ser vista no Black Christmas de 2019 - um dos pelo menos SEIS filmes que se chamaram Natal Sangrento no Brasil - que tive a infelicidade de assistir ontem pela primeira vez, e reparei que também pode ser visto como um dos filhotes do patético filme do Michael Myers lançado no maldito ano em que elegeram o Bozo para presidente do Brasil.)

Bem, o que mais dizer do HR '22... Um filme arrastado e sem vida, sem nenhuma cena memorável, e ainda com duas longas horas de duração.

É, acho que isso é tudo por enquanto. A seguir, aqui no 7NEC, talvez eu faça uma série de posts musicais e sem relação com cinema.

(Pensando bem, esse Hellraiser 2022 talvez seja sim o pior HR ever. Afinal, por mais que o 7 e o 10 sejam péssimos, o 7 pelo menos tinha a minha querida Kari Wuhrer - até tenho o ótimo CD dela como cantora! - e o Doug Bradley como Pinhead, e o 10 pelo menos tinha duas cenas bacanas: do protagonista sendo ''auditado'', que foi realizada de forma um tanto inusitada, original e até mesmo genial, e o plot twist, que até é decente. Já o HR 2022 não tem PORRA NENHUMA QUE O SALVE!!! NOTHING AT ALL!!!)

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BÔNUS OFF-TOPIC

Eis as capas frontais das 11 fitas da Boca do Lixo e coisas afiliadas que comentei no post anterior. Viagem ao Céu da Boca (provavelmente o meu filme BR favorito depois de Estrela Nua - que, aliás, bem que poderia ser lançado em Blu-ray por aqui...), Fuk-Fuk à Brasileira (Chumbinho na cabeça), O Jumento Gozador (um dos insanos pornôs na linha ''Bem-Vindo ao Zoológico'' do Di Angel - que parece ter se arrependido de realizar essas atrocidades), Senta no Meu Que Eu Entro na Tua (Chumbinho na cabeça parte II - aliás, assisti essa desgraça sem noção no cinema em 2004), A B... Profunda e O Império do Sexo (AKA O Império do Sexo Explícito, que marca a primeira aparição de MESTRE SADY BABY no cinema, como um bandido qualquer e anônimo) já figuravam nas minhas wish lists há anos.

E o mais interessante é que, quando adquiri essas fitas lá no final de Outubro, eu entrei despretensiosamente nesse sebo aí apenas com a intenção de dar uma olhada descompromissada nos DVDs em promoção. Aí, antes de sair, reparei por acaso essas VHSs todas no teto. Incrível. E ainda tinha lá uma tal SODOMIA À BRASILEIRA, duma tal SV Filmes, com capinha desenhada e absolutamente nenhuma imagem do filme. Não encontrei nenhuma info sobre a produção em lugar algum, seja internet ou publicações antigas de cinema (revistas, guias e livros). Bem... Vacilei de não a levar, ainda mais que só estava custando 5 mangos.

Post escrito ao som de canções variadas do Faith No More (com ambos os vocalistas), Flyleaf (com ambas as vocalistas), Heartland, Helloween (fase Michael Kiske) e Stage Dolls (que, muito recentemente, percebi se tratar da minha terceira banda favorita de todos os tempos, perdendo apenas para uma certa banda feminina japonesa dos anos 80 e para a época áurea da Miley, que durou de 2007 a 2013 - engraçado que a banda japa tem um disco chamado Let's Get Crazy, que é nome de música tanto da ''Mi'' quanto do Stage Dolls; já The Vines vem na quarta posição entre as minhas coisas favoritas na música).

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E
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S
T
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R

E
G
G

O meu ranking Hellraiser:

5: O Inferno (Coração Satânico + Alucinações do Passado + Silent Hill, e com referência ao primeiro Men Behind the Sun.)

1: Renascido do Inferno (Excelente, porém o final - com a Kristy apertando a caixa aleatoriamente para enfrentar a trupe do Cabeça Espetada - só não é mais vergonha alheia do que a filmografia do George Lickass; se é que dá para chamar aquele sexteto de bobagens terminais de ''filmografia''.)

9: Revelações (Provavelmente um dos filmes de terror mais subestimados de todos os tempos. O único home invasion da franquia, Revelações só tem um real problema: o Pinhead ridículo, pela primeira vez interpretado por outro ator. Mas tem a mina mais gata da franquia inteira - Tracey Fairaway - além de toda uma pegada niilista, sádica, doentia e perversa que funciona muito bem. Sempre adorei esse filme e não entendo o ódio que ele recebe. E sim, devo mesmo ser o maior defensor dele no mundo inteiro, da mesma forma que devo ser o maior defensor do injustamente detestado disco Cryptic Writings, o último álbum da época gloriosa do Megadeth.)

2: Renascido do Inferno 2 (Mas preciso rever para ter certeza...)

3: Inferno na Terra (Idem.)

4: Herança de Sangue (Idem.)

6: Caçador do Inferno (Idem.)

8: O Mundo do Inferno (O slasher da saga, com participações do grande Lance Henriksen e de um atorzinho que depois ficaria famoso e interpretaria o Super-Homo.)

7, 9 e 2022 (OK, estou confuso e já não sei mais qual dos três é o pior. Acho que terei que fazer uma sessão tripla suicida com essas três bombas para decidir qual é o pior e qual é o menos pior. Será algo mais ou menos tão doloroso quanto o dia que eu criar coragem para encarar uma dobradinha com o quinto Halloween e o Ends, para desvendar de uma vez por todas qual dos dois pode ser considerado o pior slasher de toda a história do cinema mundial.)

 







 

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

PARTIAL MASSACRE = BARBARIAN (NOITES BRUTAIS, 2022), uma Gigantesca e Hypada Decepção (SEM SPOILERS, como Sempre)


 

 

(Esse post realmente deverá ser mais curto do que o habitual.)

''Uma jovem descobre que a casa que alugou já está ocupada por um estranho. Contra seu melhor julgamento, ela decide passar a noite, mas logo percebe que há muito mais a temer do que apenas um hóspede inesperado.''

Eis mais um terror recente hypado pacaray, após outras bobagens superestimadas de 2022 como O Telefone Preto e X: A Marca da Morte.

Mas, hype por hype, devo reconhecer que Barbarian ao menos é superior aos trabalhos acima citados (dos ex-promissores e hoje completamente perdidos Scott ''A Entidade'' Derrickson e Ti ''Hotel da Morte'' West) por um detalhe crucial: os seus primeiros 40 minutos beiram a excelência. Sim, é verdade que, mesmo nessa parte boa, existem duas tentativas tolas de se fazer jumpscare. E também é verdade que certas atitudes irracionais da protagonista dão nos nervos. Mas, mesmo assim, o filme é sim extremamente intrigante nos seus 40 minutos iniciais.

Mas, daí, sinto em informar que Barbarian simplesmente comete suicídio, tratando o espectador como um perfeito idiota. É isso mesmo: no exato momento em que o mistério da trama começa a ser revelado, toda a esperança vai direto pra casa do caralho. É um daqueles momentos em que um filme decide não se importar mais, tipo o final do Cemitério Maldito original, em que temos a impressão de que a própria Mary Lambert (cineasta bastante atrapalhada, diga-se de passagem) surge em cena, apontando o indicador na nossa cara e nos chamando de otários por perder tempo assistindo aquilo.

E, a partir dali, Barbarian vai de mal a pior, ficando cada vez mais besta, desastrado e ridículo, além de possuir um roteiro extremamente questionável, para dizer o mínimo. O suspense inicial e todo aquele climão de tensão e morbidez dão lugar para uma trama bastante genérica e insuportável.

Se bem que, pelo menos, a produção entrega atuações muito competentes de seu elenco, com destaque para Bill Skarsgard (deprimente como o Pennywise da geração hipster, mas surpreendentemente mandando muito bem aqui, de cara limpa) e o sempre carismático Justin Long (que pode muito bem ter sido escalado por causa da sua participação no clássico moderno Olhos Famintos, do Victor ''The Real Creeper'' Salva, já que Barbarian parece fazer algumas referências ao filme de 2001), em um papel visivelmente inspirado no scumbag mór Harvey Weinstein, notório trutão do Tarantino.

No fim das contas, Barbarian é uma obra de altos e baixos que teria se saído bem melhor como um média-metragem de final abrupto e misterioso.

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EXTRAS OFF-TOPIC

Boca X11

Entre as imagens abaixo, as 11 fitas da Boca do Lixo - e coisas afiliadas - que adquiri na última semana de Outubro, em um garimpo pelos sebos de Sampa. Estão na ordem exata em que as adquiri, e todas elas vieram nos estojos e com suas devidas capas, que ainda deverei mostrar em um post futuro. De brinde, veio ainda a capa avulsa do Masculino... Até Certo Ponto. Diria sim que foram ótimas aquisições, ainda mais que as 11 juntas custaram apenas 52 reais e 10 centavos. (E sem contar que algumas dessas fitas estavam na minha wish list.)

Operação Show de Rock (ou Metal) no Escuro

Na Sexta agora deverei ir numa casa de shows aqui de Sampa sem nenhum tipo de info prévia sobre os seus shows, o que poderá ser bastante arriscado. Quando as atrações começarem a se apresentar será uma total surpresa, e confesso que nunca fiz nada do tipo antes. Poderei ter uma experiência interessante ou quebrar a cara legal. Veremos como diabos será isso.

Avril X + Cover de Simple Plan

Já no dia seguinte eu talvez verei um dos covers paulistas de Avril junto de um cover de ''SimPlan'', algo que será totalmente inédito para mim. Se tratando de SP, a música que eu faria questão absoluta de escutar no setlist é obviamente ''GOD MUST HATE ME. Cursed me for eternity. GOD MUST HATE ME. Maybe you should pray for me. I'm breaking down and you can't save me. I'm stuck in hell and... I WANNA GO HOME.'' Bem, caso eu vá mesmo, tomara que toquem esse clássico do primeiro disco do SP.

Miley MILF!

Cacetada, a Miley fez 30 anos nessa Quarta! Agora ela já é uma MILF :) Bem, se, por um lado, ela continua viva, não podemos dizer o mesmo da carreira dela, que foi pro saco em 2015, com a abominação Dead Petz... (E, naquela época, absolutamente ninguém poderia imaginar que ela se ''superaria'' em 2020, com um disco ainda muito pior...)

Fuck the World (Cup)

Bem, como o Bozo ainda está no poder e como o Neymar continua na seleção, então acho que é perfeitamente OK torcer contra a seleção BR nessa Copa do Catar. Se bem que, na realidade, não dou a mínima para futebol (AKA pornô gay softcore) e tanto faz quem ganhar ou perder a partida que for. Seria legal mesmo se tivesse uma forma de anular essa porra e não ter nenhum vencedor. Que todas as seleções e times de futebol do mundo se fodam.









sábado, 5 de novembro de 2022

A Real É Que, Depois do H20, Tudo Chupou Bolas... PURE MASSACRE = HALLOWEEN ENDS Não É Tão Ruim Quanto Você Pensa. É Muito Pior. (P.S.: CHUPA, MIJAIR MESQUINHO BOÇALNAZI. SE FODEU, CAPITONTO CLOROQUINA.)


 

 

THERE WILL BE BLOOD
 
''Aproveitei para ir ao cinema e assistir o Halloween Ends e confesso que quase saí da sessão por detestar o filme. Pra mim o pior dessa já fraca trilogia. Não sei qual a sua opinião, mas sinto um cheiro de PURE MASSACRE.''
 
Eis que o Alex acertou e eu terei mesmo que sujar as mãos e fazer um PURE MASSACRE dessa porra.
 
Após os acontecimentos abruptos do final de Halloween Kills (''O Terror Continua''), seria de se imaginar que, em Halloween Ends (que está circulando em DVD ''extra-oficial'' sob o título Halloween: O Final), veríamos o suposto confronto final entre Laurie Strode e o maninho Michael Myers. E até veremos sim esse embate, mas, até chegar lá, teremos que acompanhar uma trama nonsense envolvendo um novo personagem, o atormentado Corey, e o seu romance totalmente forçado com a Allyson Strode, a neta da Laurie, que - muito curiosamente - é uma sósia da Judith Myers do Rob Zombie. E esse novelão entre os dois ocupa a maior parte de Ends - que, numa falta de noção a la Condado Macabro, possui inacreditáveis 1H51Ms de duração. É como diria o poeta: ''Halloween Ends vai a lugar nenhum. E demora uma eternidade para chegar lá.''
 
E, sem absolutamente nenhum momento de destaque, Ends é um tsunami de cenas ridículas e inaceitáveis. Uma enorme bagunça realizada somente para encher mais ainda o bolso dos Akkads scumbags motherfuckers e do igualmente detestável Ja$on ''Jumpscare King'' Blum, sendo que, originalmente, o incompetente David Gosma Green faria apenas o patético Halloween de 2018 (aquela bobagem arrogante que diz ignorar todas as sequências, ao mesmo tempo em que faz referências a todas elas - bem, foda-se o Halloween de 2018) e o mediano Kills, que, surpreendentemente, até manda relativamente bem... Até chegar nas trapalhadas dos momentos finais. Mas, com o gigantesco sucesso do filmeco de '18, esse projeto arrombado acabou virando uma trilogia.
 
OK, admito até que estou tendo alguma dificuldade em organizar essa postagem, a partir das minhas anotações feitas após a sessão que conferi no próprio Halloween, em 31 de Outubro - quando fui a pé até o Belas Artes e gastei R$ 20 no ingresso dessa desgraça, algo que me fez sentir um completo otário. Fui com as expectativas lá embaixo e, mesmo assim, ainda saí decepcionado. Ends já é um dos grandes lixos da década.
 
Bem, vamos respirar fundo e seguir com o massacre.
 
Ends já começa mal literalmente no primeiro segundo, com o áudio esculhambado da estação de rádio de Haddonfield e o seu radialista trollador. É uma intro que não possui nada do espírito Halloween de ser.
 
Aí nós temos a cena de abertura, uma pataquada total em que seremos apresentados ao tal Corey, um personagem totalmente whatever que, aqui, servirá de babá a um pirralho chato pacaray. Ao término dessa cena imbecil temos a óbvia canção-tema acompanhada dos créditos iniciais. E vou te falar: nunca antes na franquia Halloween eu me senti tão ofendido com o uso da clássica e minimalista música-tema da saga (utilizada de forma bastante forçada - como tudo no filme - em Ends), claramente inspirada pelos temas de Prelúdio para Matar e Premonição, AKA Sete Notas Fatais - lembrando que o pseudo-mestre John Carpenter também foi o roteirista do já massacrado por aqui Os Olhos de Laura Mars, remake disfarçado de Premonição dirigido pelo mesmo incompetente responsável por $tarless Whores: O Império Corno Ataca, o exemplar menos pior mas ainda assim absolutamente péssimo da horrorosa franquia criada por George Lickass.
 
PQP, Halloween Ends é um troço tão deplorável que estou tendo dificuldades em manter a sanidade e seguir adiante com esse post. Por um lado é bom desabafar sobre essa abominação (e são tantas coisas para massacrar nesse desperdício de celuloide chamado Halloween Ends), mas, por outro, é deprimente gastar tempo e dedicação com um filme tão horrível.
 
Mas vamos lá: ''it's a dirty job, but someone's gotta do it'', igual é dito naqueles clássicos do Faith No More e Motley Crue.
 
Teve um review do YouTube favorável a Ends (!!!) que comparou o romance nada convincente dos dois fuckin' nobodies ao relacionamento entre o JD (Christian Slater) e a Veronica Sawyer (Winona Ryder) em Atração Mortal (Heathers, 1988). Bem, Heathers é um dos meus filmes favoritos e, ainda assim, em nenhum momento me veio a cabeça ao assistir Ends. Talvez por Ends ser um filme qualquer nota, em que nada faz sentido.
 
Outra coisa nada a ver é a Laurie Strode aqui. De boa: essa é a pior participação da Jamie Lee Curtis em um filme da franquia Halloween. Até mesmo aqueles instantes iniciais do Ressurreição são mais dignos do que a Jamie Lee em Ends.
 
Além de algumas frases péssimas e da narração xaropeta, em Ends ela simplesmente desiste de querer se vingar do MM, mesmo depois do maníaco causar todos os estragos dos dois filmes anteriores, e tenta viver uma vida em paz. Isso mesmo: ela tenta viver de boa MESMO COM O MICHAEL MYERS À SOLTA, PODENDO ATACAR NOVAMENTE A QUALQUER INSTANTE.
 
E, caralho, puta que pariu, sobre isso do MM estar à solta...
 
OK, Halloween 5: A Vingança de Michael Myers continua sendo o pior slasher da história, mas Ends, milagrosamente, consegue o feito de ter a PIOR cena de toda a franquia Halloween: enquanto o Myers permanece escondido numa área subterrânea (a la Halloween 5, PQP), o Corey sai na mão com o MM e rouba a máscara dele. Eu simplesmente não podia acreditar no que estava vendo e, definitivamente, ficou claro para mim que Ends é um filme para ser visto baixado ou em DVD pirata. É o apelo que faço para quem ainda não conferiu Ends e pretende assistir: não veja isso no cinema. Isso daqui não merece ser conferido na tela grande.
 
E isso do MM acuado também não faz o menor sentido. Não só pelo fato de que ele eventualmente acabaria sendo encontrado ali pelas autoridades, mas também porque, no final do filme anterior, ele estava mais poderoso e destruidor do que nunca, com todo aquele lance de que ''quanto mais ele mata, mais forte fica''.
 
Se bem que pedir algum tipo de coerência em Halloween Ends é pedir demais.
 
E isso que nem citei os jumpscares bestas. Ou as tentativas idiotas de se fazer humor em alguns trechos. Ou os flashbacks do primeiro filme, uma forçação de barra do caralho. Ou o fato de que toda essa história do Corey parece uma longa homenagem a parte da infância no Halloween do Rob Zombie.
 
Chega. Eu não aguento mais. A verdade é que tudo que veio depois do H20 chupou bolas de macaco e, assim como as partes 5 e 6, só serviram para queimar mais ainda o filme dessa cinessérie que possui mais filmes ruins do que bons. E Ends só não é o pior filme da franquia porque não é humanamente possível fazer um slasher pior do que Halloween 5. Mas Ends é sim o segundo pior Halloween de todos.
 
VEREDITO
 
Ends é uma furada tão grande quanto frequentar igreja crente, ter contato com viado ou comprar ingresso pro Blink Chupa 182 Bolas no Lamapraloser 2023, quando esses adolescentes cinquentões farão um show para celebrar o vigésimo aniversário de sua morte - e podem ter certeza de que o setlist será pavoroso. (Se fosse para assistir alguma coisa desse festival hediondo, eu certamente preferiria ver Billie Eilish e Rise Against do que os compositores de Down, uma das três piores canções que já escutei na vida inteira.)
 
P.S. OFF-TOPIC = A seguir aqui no 7NEC, deverei fazer um relato das minhas caças colecionistas da semana passada, quando adquiri um Blu-ray, alguns DVDs oficiais e ''paralelos'' e também 11 VHSs XXX.
 
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Halloween (o meu ranking da franquia)
 
Os bons:
 
1, 2, H20 (não sei qual dos três eu gosto mais ou qual eu gosto menos)
3
4
 
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O resto (os ruins):
 
Kills
Ressurreição
RZ 1, RZ 2 (os dois meio que ficam pau a pau para mim - não sei qual é o pior ou o menos pior)
2018 (o mais superestimado da franquia inteira e não dá para respeitar um slasher com três final girls - uma só já é ruim demais)
6
Ends
5 (o pior e mais ridículo slasher já cometido por ALGUÉM em toda a história do cinema mundial; odeio profundamente essa aberração terminal, o quinto pior filme de terror que já assisti, depois de August Underground's Mordum, Vende-se Esta Casa / The Open House, O Passageiro das Trevas / Driven e, é claro, o suprassumo da ruindade A Maldição de Cathy / Cathy's Curse)
 
''Halloween Ends is a deep film. It really makes you question which choices in your life led you to this moment. Just think about this. You're watching the thirteenth installment of a simple and good film made 44 years ago. Michael Myers has become a blood-transmitted disease, and Halloween is now a self-meta pseudophilosophical parody nightmare.''
 
- usuário do IMDB