segunda-feira, 22 de abril de 2019

Taylor Swift: Mean (Um Hino Anti-Bullying)

''All you'll ever be is mean. And a liar. And pathetic. And alone in life. And mean. And mean. And mean. And mean. And a couple of hopeless cowards. And meaningless.''

Mesmo se a Taylor Swift não tivesse nenhuma outra música que me agradasse, ela continuaria sendo especial para mim por causa de Mean, excelente single retirado do seu terceiro álbum de estúdio, Speak Now.

Mean disputa com Karen, Don't Be Sad (nome inspirado em Katie, Don't Be Depressed do nosso Yonlu?), da Miley (presente no seu quinto LP, Miley Cyrus and Her Dead Petz), pelo título de mais bela canção anti-bullying da história.

Já quem procura uma abordagem mais agressiva na reação aos bullies, recomendo fortemente dois clássicos do Motley Crue retirados do disco Shout at the Devil: Bastard e Knock'em Dead, Kid. (Teria essa última inspirado Give'em Hell, Kid do My Chemical Romance?)

E falando em MCR, a banda mais anti-bullying da história, diversas canções da era The Black Parade podem ser encaradas como anti-bullying: Kill All Your Friends, Teenagers, Welcome to the Black Parade (AKA Best Song Ever), Dead!, Disenchanted...

E outra banda erroneamente tida como emo que possui um grande hino contra o bullying é o Bowling for Soup, com o clássico absoluto High School Never Ends.

PS: No Wiki da TS tem um trecho que diz que, durante o colegial, a Taylor ouvia bandas como Fall Out Boy, Dashboard Confessional e Jimmy Eat World. WHAT THE FUCK: A ''Tay'' foi uma adolescente emo?! :)

quarta-feira, 17 de abril de 2019

PURE MASSACRE: Suspiria (2018)


BAD MOVIE. NO DONUT FOR YOU.

Tentarei fazer o post dentro das minhas limitações de internet e tempo...

É, o Hulkboy e a revista Darkside estavam mesmo certos.

E, para variar, o Cinema Ferox e o dublê de crítico Thales de Menezes - que dá cotação alta para tudo que é LI-XO da Marvel e da Defective Cunts - estavam errados.

O Suspiria original (1977) é um grande clássico do cinema de horror da década de 70, uma obra magistral que cresceu ainda mais numa recente revisão em Rai-azul - um dos raros acertos da Vexátil Hype Vírus. Já este remake (ou ''cover'', como o babaca do diretor prefere chamar; de boa, vai tomar no olho do cu, seu Luca - o mesmo bobalhão que dirigiu Me Chame pelo Seu Nome) não tem nenhuma das qualidades do original: a atmosfera sinistra, o visual vibrante e a trilha devastadora foram direto pro inferno.

O ''Suspíria: Dança do Medo'' (!) é um filme chato pra caralho, longo pra caralho e metido a besta até a medula; e sem nenhuma cena memorável, nenhuma mesmo. E dá-lhe CGI na fuça do espectador.

Puta que pariu...

E é simplesmente deprimente a desculpa que encontraram para inserir a ultra-hiper-mega-decadente Jessica Harper (a protagonista do original) nessa porra de ''versão cover''. A decadência desconhece limites... E, por falar em decadentes, ainda somos ''brindados'' com as entediantes canções do ex-relevante Thom Yorke (Radiohead). Patético X2.

O que mais dizer dessa porra? Veremos.

O negócio ainda é estrelado pela gostosa porém insossa Dakota ''Colecionadora de Bombas'' Johnson, da trilogia iniciada por 50 Tontos de Cinza. Como o resto do elenco, ela se encontra mais perdida do que cego em tiroteio. Ela seria mais produtiva fazendo filme pornô e levando uns boxes no rabo, isso sim.

Como ousam chamar ISSO de Suspiria?

Pau no cu de todos os envolvidos nessa atrocidade. Cambada de filhos da puta.

E aí, mais alguém desperdiçou duas horas e meia (!!!) com essa tralha?

PS: Anselmo Spektroman e Gabriel Caroccia, OBRIGADO pelo feedback no post anterior. Os responderei na minha próxima vinda a net, OK?