quarta-feira, 25 de abril de 2018

''I Miss My Virginity'' - Richey Manic

As minhas limitações Internéticas me impedem de fazer a postagem longa que seria o ideal.

Assim sendo, me resumo a comentar que foi no dia 25 de Abril, de algum momento da década passada,  que eu perdi a minha virgindade. E foi uma das piores coisas que já me aconteceram. Desde então, tudo tem sido mais miserável na minha existência.

Eu era uma pessoa bem mais livre e saudável, e bem menos infeliz, na época em que era virgem. Sinto falta de quem eu era naquele período da minha vida.

De maneira geral, diria que a única coisa ruim na virgindade é ser confundido com os fãs de Jorrada nas Estrelas e da saga dos cavaleiros Jerk-Dork.

(...)

Sexo e sexualidade são coisas superestimadas. São uma doença que só é boa na teoria.


sexta-feira, 13 de abril de 2018

TVT

Spektroman, não faz sentido esse seu desgosto pela TVT.

Se você assistir o telejornal deles ao menos uma vez, verá que, ao contrário do suíno jornal dos canais comprados pelo sistema (da Cultura a Band), o da TVT prioriza denunciar absurdos feitos contra o povo. Por exemplo, as trapalhadas malignas da dupla neonazi formada pelo agora ex-prefeito Juão ''Ração Humana'' Dólar e por Gayraldo ''Santo'' Alcumin (que, inclusive, se odeiam nos bastidores - para ver que até quem é dos Pilantras Sanguessugas que Dão a Bunda sabe que membros desse partido não prestam), como mandar agredir quem protesta contra as reformas escravizadoras deles, e até colocar advogados para perseguir quem faz postagens online os criticando de alguma forma.

O Seu Jornal (o telejornal da TVT) também traz críticas ao juizinho partidário que se acha um rockstar que pode condenar qualquer um sem provas. Se ele pode prejudicar um ex-presidente dessa forma, imagina o que pode fazer comigo ou com você? Pense no quanto podem nos ferrar se quiserem. (E, enquanto isso, ninguém cita o apartamento do FHC em Paris.)

A verdade é que, desde o golpe de estado de 2016 (tem que admitir que tirar do poder uma presidenta eleita democraticamente, sendo que ela não cometeu nenhum crime, é golpe), estamos rumando a uma espécie de nova ditadura militar, já que aqueles que não aprenderam com a história estão fadados a repeti-la. O apoio em massa (vindo de uma horda de mongoloides tipo Mamando Rola e Ô Lerdo do Caralho) ao Jair Boçalnazi (um saudosista da ditadura militar, e que ainda é fã do Donald Trump), um dos maiores palhaços da história recente, é uma prova disso.

E outra coisa que eu respeito no jornal da TVT é não falar de coisas irrelevantes, como futebol. Mesmo se eu gostasse de futebol, não gostaria de ver matérias sobre o assunto em um telejornal. E, falando em futebol, a TVT conta com o José Trajano e o Juca Kfouri, duas das grandes autoridades na área do jornalismo esportivo misturado com política. Só fica faltando o mestre dos mestres Jorge Kajuru para fechar a trinca.

Ahh, e outra coisa equivocada que você disse foi aquilo do PT querer instalar uma espécie de regime comunista-soviético no Brasil. Me aponte algum momento em que eles tentaram fazer isso quando estiveram na presidência do Brasil.

É fácil criticar o PT. A grande mídia apoia esse tido de atitude 24/7, assim como as autoridades. Mais difícil é criticar o PSDB e o Jair Boçalnazi, favoráveis a destruir quem não concorda com as ''ideias'' deles.

PS: Não tendo a ver com política, mas ainda sobre injustiças gerais, estou preparando uma postagem para mostrar para o mundo inteiro como My Chemical Romance (AKA A Única Banda Emo Boa) é infinitamente superior - e mais sincero e autêntico - do que os mega-pussies que pagam de hardcore do Slayer (Is Lamer). (Como não gostar de canções clássicas como Famous Last Words e Teenagers? Lembro que, no auge deles, fiquei surpreso ao ouvir Welcome to the Black Parade, já que não imaginava que um grupo emo poderia ser tão legal.) Um lembrete de como, uma certa vez, o MCR levou chuva de garrafada de fãs do Slacker, está me forçando a fazer tal post. RIP MCR. Fuck you Tom Araque & Kerry King of Fools (já se vão tarde).

Bônus: TOP 7: Canções Anti-Bullying

Bowling for Soup - High School Never Ends (oops, outra banda emo com músicas legais!)

Miley - Karen, Don't Be Sad

Miley - Liberty Walk

Motley Crue - Bastard

Motley Crue - Knock'em Dead, Kid

My Chemical Romance - Welcome to the Black Parade

Thurston Moore - Psychic Hearts




 

Sobre o Show do Saxon, as Princesas da Noite

NEW WAVE OF BRITISH WHITE METAL

''We Christians are marching'' e ''for Christendom's sake'' = GAY. (Trechos da letra da incrivelmente vexaminosa Cuzader: ''Cuzader, Cuzader, please take me with you.'' Vergonha alheia total.)

Já não fazia sentido ver Sax On ao vivo nos anos 80. O que dizer então de show deles em pleno 2018?

Saxofone é outra daquelas bandinhas mixurucas de metal que vem fazendo a mesma sonoridade desde mil novecentos e bolinha, já que os fãs (isso é, eles tem fãs???) chiam se a banda experimentar algo minimamente diferente. (O que aconteceu quando eles se venderam fazendo metal farofa. Bandecas como Suxon e Metallicunt são tão patéticas que, quando mexem no som, não é por ousadia, e sim para tentar se encaixar na moda do momento. Eu sentiria vergonha de apoiar essas porras. Esses grupos não fazem arte, e sim comércio. E não podem, de maneira alguma, serem considerados artistas de verdade, já que não crescem, não evoluem. DIGA O QUE TEM PRA DIZER E CAI FORA, CARALHO. OU ENTÃO, PELO MENOS, DIGA ALGO DIFERENTE, PORRA.)

Sucks On é mais GLS do que os/as bolsonetes (''todo homofóbico é, no fundo, uma bichona enrustida; assim sendo, hostilizar um homofóbico acaba sendo homofobia''), e mais gospel do que a Inquisição Evangélica que, muito infelizmente, está avançando no nosso país. Mas nunca que os ingleses ultra-hiper-mega-decadentes se assumirão como gays ou religiosos. Afinal, eles precisam dar aos curtidores alguma substância para a negação.

E convenhamos que a dobradinha ilusão-negação é a base para todos os fanáticos por heavy metal. A forte impressão que passa, é a de que metaleiros que continuam metaleiros após a adolescência passam por algum tipo de lavagem cerebral, onde não podem questionar seus ídolos patéticos.

Rédibengas = fanáticos religiosos = fãs de Gueixas nas Estrelas.

Não veria show da bandinha de Bife e seus comparsas nem de graça. Agora, se me pagassem, poderia até dar uma conferida para, em seguida, fazer uma resenha descendo a lenha nos cornos britânicos - e na sua meia-dúzia de fãs.

Que se foda a New Wave of British White Metal do Sacks On e da Donzela Ferrada. E por que diabos toda bandinha desse movimento usa aquele riff da Two Idiots to Midnight / The Powerless and Escória??? Puta falta de criatividade / personalidade.


 

Friday the 13th: To Hell and Back (1995 / 2010)

Post originalmente escrito quase dois anos e meio atrás, mas nunca publicado antes.

Cotação: *1/2 (fraco)

Tosquíssima produção amadora feita por fãs ardorosos da franquia, que teve a intenção de seguir os acontecimentos vistos em Jason Vai para o Inferno: A Última Sexta-Feira (1993).

Com a direção de um tal David B. Stewart III, Friday the 13th Part X: To Hell and Back foi originalmente realizado em 1995, tendo sua versão Redux (que é a cópia analisada nessa micro-resenha) surgida em 2010. Algo parecido foi feito com a franquia Halloween, quando fãs doentes da cinessérie fizeram a parte ''6 1/2'' (que, curiosamente, também data de 1995) da saga de Michael Myers, logo após o lançamento oficial de Halloween 6: A Última Vingança.

Neste filme independente de orçamento miserável, temos Jason ressuscitado através de uma impagável cena de ritual satânico!!! Os satanistas em questão são uns adolescentes arruaceiros - aliás, todos os personagens da trama (até os policiais) são teenagers.

Daí acontecerão as coisas de praxe, onde Jason Vorhees (usando trajes parecidos com o da parte 9) sairá despachando quem surgir pelo caminho, culminando no final absurdo e sem sentido.

As músicas variam entre as trilhas originais da série, mais canções de Alice Cooper, Lion, FM e a canção dos créditos finais intitulada He's Back (The Man Behind the Mask), interpretada por One Man Army.

Tal produção fanmade é somente mesmo para os menos exigentes. O espectador menos paciente achará To Hell and Back entediante e cansativo.

Uma curiosidade e nada mais.


Valentina OD











quarta-feira, 11 de abril de 2018

Wish List Azul: Alienígenas na Terra / Laserblast (1978)

O filme que pode ser visto como o anti-$tar War$ definitivo está disponível em uma competente edição especial em Blu-ray na gringolândia (obviamente). E o melhor de tudo: com a mesma icônica capinha da antológica VHS da FJ Lucas. Retrata o fã de $tar War$ de forma bastante autêntica: como um retardado mental sem chance de salvação. E ainda traz a cena do protagonista usando sua arma laser para destruir um outdoor do Episódio 4: No Hope. Sensacional.

Assim como sua espécie de sequência / refilmagem A Arma Proibida / Deadly Weapon (1989), Laserblast também é um mini-clássico sci-fi um tanto maldito: tanto o protagonista masculino de LB quanto a protagonista feminina de DW morreram precocemente, na casa dos 30 anos. Curiosamente, ambos se chamavam Kim: Kim Milford e Kim Walker.

Enfim...

Já por aqui temos que nos contentar com os ultra-brochantes combos em DVD da Versátil Hype Vídeo.

Hail Laserblast.

Hail Deadly Weapon.

Hail Laserblast Part II (se é que essa lenda urbana existe mesmo).





 

Chloe Grace Moretz: Scream Queen, Remake Queen

Cinco remakes e duas retomadas / reboots de série.










Quando o Cover Vira Mais Autêntico Que o Original

A versão original:

https://www.youtube.com/watch?v=E3LkLfOhEeU

O cover:

https://www.youtube.com/watch?v=SQhLadK-Nms
 

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Mocking Mocking Myths

''I ask myself a question:

WHAT

THE

FUCK

IS

GOD?''

https://www.youtube.com/watch?v=xFlmvOyeww8

Love you, my love.

///

Material Bônus:

https://www.youtube.com/watch?v=nNSD0G3jBBM

https://www.youtube.com/watch?v=5Q02JgxAHu8