sexta-feira, 25 de agosto de 2017

''Pobremas''

Caros Anselmo / Spektro / Speks (adorei o seu comentário sobre o Apocalipse Alienígena), Thiago (me lembro sim de você), Gabriel Caroccia (como você recusou vender uma certa VHS por R$ 2500, diria então que você roubou de mim o título de colecionador de VHS mais hardcore do Brasil) e demais leitores do meu humilde blog, essa mensagem é para vocês: não me esqueci de ninguém, e responderei sim os seus comentários, OK?

Acontece que estou tendo ridículos e absurdos problemas técnicos para fazer os meus utópicos posts na Internet. Podem ver que, nos três posts que vieram antes da OD Parte I da Carla Camurati (ou ''Camuratti''), a minha escrita apareceu toda em preto. Só não fiquei 100% revoltado com isso porque, graças a minha musa Miley, o ''suicídio comercial'' (que ela cometeu no álbum Miley Cyrus and Her Dead Petz) em si virou algo de certo apelo. (Graças a ela também, na fase Bangerz, cortei o cabelo bem curto recentemente. Não tinha o cabelo tão curto desde 1999! A MC transformou o ato de ter cabelo curto em algo legal. Mas OK, isso não vem ao caso.)

Enfim...

Fuck Planet Earth, lan (lame) houses, pen (pain) drives & blockbusters made in Hollywood. Pretendo vê-los em breve com novas postagens.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Playboy FINALMENTE Adquirida (+ OD)

Nunca digam que nunca fiz nada por vocês.


























Queimando o Filme da Blu-ray-teca


Certa vez disse que jamais teria algum Blu-ray do queixudo detestável (e, para piorar, fã doente e declarado do McancerDonald's, AKA McDemon's).

Mas, ao trombar a edição especial americana de Bastardos Inglórios (sua pretensiosa e entediante ''homenagem'' ao divertidão Inglorious Bastards, de Enzo Castellari - que recebeu, pelo menos, três títulos diferentes no Brasil) por apenas 13 reais, acabei não conseguindo resistir.

Na verdade, tem três pequenos detalhes que justificaram essa aquisição:

1) A participação (mesmo que minúscula) da Lea Seydoux (a protagonista do quentíssimo ''pornô lésbico'' Azul É a Cor Mais Quente), mulher pela qual eu sou ''meio'' fanático.

2) O extra dedicado ao filme do Castellari, mais conhecido no Brasil como Assalto ao Trem Blindado.

3) A ligação com o filme do Castellari, e também com Heróis do Inferno, de Stelvio Massi. Também estrelado por Fred Williamson, o filme de Massi é mais lembrado pelo absurdo título INGLORIOUS BASTARDS II PART 2!!! Ao contrário das obras de Castellari e do queixudo imbecil, Heróis do Inferno não tem um pingo de humor, se mostrando bastante sombrio e até melancólico. Gosto bastante daquele filme. (Na verdade, Massi é tipo Polanski: nunca me decepcionou.)

No mais...

O Bastardos Inglórios de 2009 em si é frustrante por uma série de motivos.

Começa com uma devastadora cena inicial, envolvendo um longo e inspirado diálogo entre dois personagens, sendo um deles o nazi master interpretado por Christoph Waltz. É também quando vemos a Lea numa aparição relâmpago, sem um mísero diálogo sequer.

Aí o filme fica chato pra caralho, metido a besta e o escambau. Sem contar que temos a infelicidade de presenciar Brad Pitt no que talvez seja a pior atuação de sua carreira. OK, tudo indica que a proposta era essa mesma, a de colocá-lo num papel canastrão e afins. Acontece que essa proposta já era ruim demais para começo de conversa.

E não é tudo. O que dizer do fato de Bastardos Inglórios ser MAIS UM FILME SOBRE O QUANTO OS NAZISTAS SÃO MAUS E OS JUDEUS SÃO DECENTES??? Não gosto nem de nazista e nem de judeu, mas, ao menos, os nazistas são historicamente reconhecidos como algo ruim. Todos tem o direito de gostar e desgostar do que quiser, portanto, é sim o meu direito de não gostar de judeu. Mesmo porque nada nesse mundo é sagrado. Judeus my fucking ass. (Há, me lembrei agora duma hilária sequência de Salve-se Quem Puder / Postal, do Uwe Boll. Um personagem diz: ''Vamos lá, tenho certeza que, no fundo, nós temos sim algo em comum.'' E outro responde com: ''SIM, TODOS NÓS ODIAMOS JUDEUS.'' HAHAHAHAHAHAHA.)

E também não é tudo. Como gostar de qualquer coisa que traz no seu elenco o ultra-hiper-mega-detestável ELI ROTH??? Diretor de uma série de filmes que figuram entre os piores já feitos (incluindo Canibais, tão inacreditavelmente ruim que faz suas outras atrocidades parecerem OK), Roth faz um dos ''Basterds'' nesse lixo de filme.

OK, já estou começando a me arrepender por ter adquirido essa porra.

Ahh, e já estava quase me esquecendo...

SPOILER ALERT.

Faltou comentar aquela sequência que, de acordo com o ''Speks'' (grande interessado em Segunda Guerra Mundial, e forte autoridade no assunto), é a pior de todos os tempos: ELI ROTH METRALHANDO ADOLF HITLER, PUTA QUE PARIU, VAI TOMAR NO CU. É sério que eles pensaram que seria ''cool'' mostrar uma cena dessas? Quentin Tarantino: o chamaram de gênio, e ele acreditou. Mas, quanto a essa ser ou não a pior cena da história do cinema, aí não sei. Ficaria dividido entre ela e a sequência do pivete canibal e acrobata, vista em Cabana do Inferno. Pior que Roth, só outro Roth.

HAIL ENZO CASTELLARI.

HAIL STELVIO MASSI.

GO FUCK YOURSELVES, QUEIXUDO MOTHER FÓCA E ELI ROTH.

(Mas, apesar dos pesares, deverei sim manter tal BD pelo link com os filmes do Castellari e do Massi. Só por isso também.)



 

A Hora do Espanto, AKA A Noite do Terror


Peça uma pizza e, junto dela, ganhe a VHS ''paralela'' d'A Hora do Espanto (Fright Night). Não há nenhum trailer, propaganda ou qualquer tipo de aviso antes do filme. Já, durante ele, a tela fica balançando e as legendas são débeis. E, é claro, ao aparecer o título original, o letreiro diz ''A Noite do Terror'' ao invés de ''A Hora do Espanto''.

Um achado e tanto, mesmo que sem sua capinha (capinha essa que, curiosamente, cheguei a trombar anos atrás - na ocasião, sem a fita).

Bons tempos do VHS...




SO SICK OF OUR HUMAN RACE


''Sozinho e viajando em ácido novamente, envelhecendo no seu quarto.''

''Não sei como o futuro começou. Pode ser que somos todos retardados.''

''Perigo no vazio. Esgoto ao lado. Esperando a manhã. Maconha para passar o tempo.''

Pode não ter a ver com o post em si, mas gostaria de dizer que nunca me senti tão bem por não ter Internet em casa. Por mais que lame houses e pain drives sejam frágeis e problemáticos de inúmeras formas, tem uma parte de mim que ODEIA o mundo da Web, e só quer o máximo de distância disso tudo. Se não fosse por essas postagens - algo que preciso fazer - só acessaria a Net uma ou outra vez por ano, e somente para fazer pesquisas relacionadas a cinema, música e afins.




 
 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Marcas do Silêncio (1996)


Exatamente como foi originalmente escrito...

Optei por não incluir essa parte na postagem [Fuck the World] pelo seu tom negativo que poderia prejudicar o fluxo do post. Então... Vamos lá, e tentarei ser breve nesse ''Momento Horror (Fobia & Ansiedade)''.

(...)

Como preparação para a busca harakiri por VHS, decidi assistir a um filme que só havia visto na TV aberta uns 15 anos ou mais atrás. Como precisava de algo pesado, que me colocaria no clima certo para tentar causar o Apocalypse VHS, parecia ser uma escolha sábia. Mal sabia que tal sessão cinematográfica me faria ter um pesadelo macabro, um mix de Corra! com essa estreia na direção da Angelica Huston.

Me refiro ao filme Marcas do Silêncio (Bastard Out of Carolina, 1996), estrelado por Jennifer Jason Leigh e uma Jena Malone ainda criança.

Muitos anos atrás, na extinta comunidade da Boca do Inferno no Orkut, eis que estávamos debatendo sobre filmes perturbadores, traumatizantes e afins. Aí alguém citou justamente o Marcas do Silêncio. Fiquei surpreso e comentei: ''Mas esse filme não é todo sugestivo e tal?''

É óbvio que, para dizer que esse filme é sugestivo, eu estava mesmo precisando revê-lo. Só assim para refrescar a minha memória.

Imagino que a sua exibição na TV aberta (Record?) tenha sido repleta de cortes, já que Marcas do Silêncio é daquelas coisas que a gente se pergunta como diabos foram filmadas (e lançadas), nos passando uma sensação constante de ilegalidade. Li por aí que o produtor do filme o abandonou após assistir o produto final, horrorizado com seu resultado.

A trama: um padrasto (Ron Eldard) espanca e estupra a criança interpretada por Malone. Enquanto isso, a mãe (Leigh) vive na negação, e segue loucamente apaixonada pelo pedófilo alcoólatra.

Vista em outras cenas de sexo anormal no cinema (''body horror sex'' numa cena deletada d'As Ruínas, e necrofilia em O Demônio de Neon), Malone entrega aqui uma atuação extremamente corajosa e inacreditável, me fazendo indagar como diabos seus pais autorizaram a sua participação no filme. A última sequência de estupro do filme é, simplesmente, a cena mais brutal de abuso sexual que já tive a infelicidade de presenciar em QUALQUER filme, fazendo Irreversível e ''Serb'' parecerem Bob Esponja em comparação.

Filminho totalmente miserável e depressivo, só recomendado para quem gosta de assistir filmes que te machucarão e te farão desejar o fim da humanidade.