quarta-feira, 18 de agosto de 2021

FAPIX & FAPITACOS: Débora Falabella + Maya + Miley






 

 

Eis uma foto recente e matadora da Miley, mais um pouco de Maya Hawke...

... e breves capturas da Débora Falabella no seriado Dupla Identidade, minissérie de 13 episódios exibida na Rede Golpe de Televisão em 2014. Série essa que conta com o outrora galã Bruno Gagliasso fazendo um serial-killer necrófilo. (BG esse que a galerinha do Luz! Câmera! Exploitation! sugeriu de colocar para interpretar o mestre Sady Baby numa eventual cinebiografia do maluco!) E o mais inusitado de tudo é que ele mandou muito bem no papel de psicopata. Quem poderia imaginar... Bem, fica a recomendação de Dupla ID para quem curte um bom slasher - ou algo nessa linha - made in BR. Uma pena apenas que a qualidade geral de Dupla ID dá uma caída nos últimos 2-3 episódios, um tanto quanto xaropetas. Mas, de qualquer forma, é mais um slasher nacional anterior ao fracão Condado Macabro. Chupa mais essa, Condado! (E é curioso que, enquanto a protagonista do Condado tinha um poster da Miley - fase Bangerz - no quarto, uma das personagens de Dupla ID tem um poster da Demi - na fase do álbum simplesmente chamado Demi - na sua parede. Fica aí essa trivia referente a essas duas ex-rainhas do pop contemporâneo.)

Já a Maya, apesar de ser péssima atriz e só fazer tranqueiras (filmes de qualidade duvidosa como Era uma Vez em Hollywood, do imbecil do Tarantino, o remake bagunçado de Capital Humano e o pior de tudo: a indescritivelmente ridícula terceira temporada do abominável Stranger Fags), é sim uma das mulheres mais gatas-gostosas da atualidade: linda, deliciosa e naturalmente peituda. Muito mais da hora do que a mãe dela - Uma Thurman - jamais foi; por mais que a mãe dela também não seja de jogar fora. Algumas das capturas abaixo foram tiradas de um vídeo da Maya (com mais de um milhão de views no Your Toba, já que os poeteiros de plantão caíram matando nesse material) em que ela fica brincando com uns doguinhos e provocando o espectador. Destaque para as partes dela de quatro e rosnando :) Isso é bem curioso já que, pouco depois de tirar e editar essas capturas, fui assistir um drama europeu - na linha Michael Haneke ou Lars Von Hitler - chamado Import-Export (cujo download de torrent foi adquirido através do Mestre Dado), que também possui uma cena duma mina gostosa ficando de quatro e rosnando igual um cachorro. Mó barato.

E uma outra curiosidade: apesar da Maya mandar muito mal como atriz e só fazer tralhas nesse departamento (que só valem assistir para admirar a beleza-gostosura dela), ela, curiosamente, manda bem como cantora de folk. Recomendo sim as músicas dela para quem curte esse tipo de som.

PS I: Eu disse ali que o poster da Miley - que aparece no quarto da também gostosíssima Bia Gallo em Condado Macabro - é da fase Bangerz. Na verdade, isso foi uma simplificação minha. Na realidade, aquele poster veio bem antes do lançamento do disco Bangerz. É duma foto dela de pouquíssima tempo após ela cortar o cabelo curto e o tingir de loiro, ainda na segunda metade de 2012. Eu sei disso porque também tenho aquele mesmíssimo poster. Afinal, eu já fui sim o maior fã da Miley no Planeta Terra - antes dela se queimar em definitivo com ''coisas'' como Dead Petz, aquelas faixas feminazi de 2019 e o pavoroso Plastic Hearts.

PS II: Certa vez vi uma declaração do ''Alê Fruta'' de que ele não acha a Débora Falabella nada atraente. Bem, ver uma frase dessas vinda de um Bozominion arrependido que apoia o Ju-On Dólar (sujeito mais ou menos tão odiável quanto o Bozotário), e que ainda curte travecos, só faz com que eu ache a Débora Falabella ainda mais da hora.

PS III: Entre Maya Hawke e Billie Eilish, qual das duas será que é a mais naturalmente peituda? Elas são a Jennifer Connelly e a ''Katheryn'' Perry dos novos tempos.












quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Preciosidade Adquirida Ontem por 5 Bozos













 

 

Eis a edição que adquiri ontem da Sexy (revista muito superior a Playboy, mas que fica parecendo um mero catálogo de modelos perto de uma Hustler da vida - aquilo sim é revista de mulher pelada feita com garra e sem frescura). A garota da capa é a gostosíssima Tallyta Cardoso, a filha do David Cardoso, que me marcou fortemente por interpretar a vilã Paulinha no nostálgico Turma do Gueto (''E AÍ, MALANDRAAAAAAGEM.''). Desde que soube da existência desse ensaio, saí incansavelmente no encalço da revista e, após quebrar a cara algumas vezes, eis que finalmente a adquiri no exato instante em que o sebo em questão já estava fechando as portas. Mais dramático impossível: eu já havia fuçado tudo que era número da pilha de exemplares da Sexy, Playboy, VIP, Trip e companhia limitada, até que, finalmente, trombei a Sexy da Tallyta no último segundo, no exato instante em que o cara do sebo já tava quase me chutando de lá. (...) Talvez eu volte aqui ainda hoje para fazer um PURE MASSACRE ligado à DC, sigla que, para quem não sabe, significa Defective Cunts - aquela empresa de HQs bestas e filmes pavorosos, que faz a Marvel parecer menos horrível em comparação. Caso eu consiga fazer esse post ainda hoje, ele terá um complemento referente ao último garimpo de VHS que fiz, na noitinha da Sexta passada, e também uma prévia da caçada ultra-kamikaze por VHS que farei amanhã - que certamente será a minha jornada VHS mais hardcore de todos os tempos.

















quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Manifesto Live: Bastardz em 4 de Dezembro de 2020 (REACT / REVIEW)

 


 

Como hoje marca uma década desde a morte do grande Jani ''Down Boy'' Lane (Warrant), seria mesmo preciso fazer um post ligado ao mundo do hard / glam. (Mas ainda pretendo sim fazer um post especial do Warrant antes do fim do mês.)

Pois bem, ontem de noite eu tava fuçando o YouTubug atrás de material dos Bastardz na odiada fase screamo, a única época da banda com composições em português, que contava com o seu terceiro vocalista, o Junior Inc. - ''vindo diretamente da banda Cine'', como certa vez trollou o guitarrista Danny Poison. (Danny esse que também pode ser visto no clipe de Eu Vou pro Roquenroll das meninas do Lipstick, que também estava ''se vendendo pro sistema'' nesse mesmo período. Enquanto os Bastardz tentavam chamar a atenção dos fãs de bandas como Gloria, o Lipstick estava, claramente, tentando ser uma resposta feminina aos infames grupos coloridos nesse segundo LP do grupo, radicalmente diferente do debut.)

E daí, para a minha surpresa bastante tardia, acabei trombando esse vídeo dos Bastardz tocando numa live do Manifesto. Nem sabia disso. Foi o show de estreia do quarto vocalista do grupo, o Fabz - após as passagens do Criss Sexx, do Nat Reed e do já citado Junior Inc. pelos Bastardz. O lado triste da história é que, nessa ocasião, eles abriram pra um Def Leppard Cover aí. PQP, onde já se viu uma banda relativamente cultuada, e que está na cena desde o começo dos anos 2000, abrir pra uma porra de BANDA COVER... Mais bizarro do que isso só mesmo nos anos 80, quando as bandas underground nacionais abriam para SHOWS EM VHS de bandas gringas. Bem, como o show do tal Desert Dance (o nome desse Def Lep Cover aí) não está disponível no YT, não pude conferir a performance dos caras. Mas não duvido nada que o setlist deve ter sido bem decepcionante, tocando bastante coisa pós-1983, quando o Def Lep decidiu, a qualquer custo, virar a pior banda de rock do mundo, uma espécie de Toto ainda muito mais estragado.

OK, mas sobre o show dos Bastardz...

O vídeo dessa apresentação possui pouco mais de uma hora, e, desse setlist dos Bastardz, eu não conheci três faixas. Como não apareceu na tela o título de nenhuma música, eu nem sei dizer o nome desse trio aí. Mas uma delas ficava dizendo ''We Don't Celebrate Sundays'' no refrão, e suspeito se tratar dum cover. Pelo menos parecia isso. (É claro que eu poderia pesquisar ali o nome dessas três músicas. Mas quis deixar o post mais espontâneo e natural, e o publicar sem nenhum tipo de pesquisa prévia.)

De resto, tocaram o clássico EP No Ass, No Pass na íntegra. EP esse que eu comprei no lançamento, em 2005, e que marcou a minha última ida na Animal Records - já que, pra variar, fui muito mal tratado lá, e daí prometi nunca mais voltar na loja. (Se bem que, pelo menos, tenho que admitir que o maluquinho dessa loja faz sim ótimos vídeos pro YT. É bom ver que um dos queimados do Big Bandana Brother Brasil ao menos consegue criar vídeos de qualidade pra plataforma - ao contrário da galera do Big VHS Brother Brasil, que faz os vídeos movida pelo desleixo e pela preguiça, de qualquer forma mesmo e toca o foda-se.)

Eis o quinteto de canções desse EP: Wasted Generation, Grab Her by the Tail, Spider Sarah e as duas que viraram clipes, Alleycat Spoiled Brat e aquela que talvez seja a música mais famosa do grupo, Pills - cujo refrão possui lá suas semelhanças com Horse Pills dos Dandy Warhols...

Além dessas, o setlist também contou com a fodástica Let It Fuckin' Roll, uma das melhores da banda, a também legal pra caralho Gasoline (do álbum completo Jungle Outlaws, que nunca consegui comprar e também nunca consegui escutar na íntegra, já que a maioria das faixas não está no YT), o cover Beat the Bullet do Vain (clássico) e também uma surpresa bastante agradável, quando, lá pelas tantas, o Fabz anunciou a participação especial de um dos vocalistas anteriores do grupo. Óbvio que imaginei se tratar do Nat, que é considerado o vocalista clássico da banda, já que foi ele que cantou no No Ass, No Pass e no Jungle Outlaws. Qual foi a minha surpresa quando foi revelado que o convidado especial era o Junior Inc., o emo trevoso que foi o frontman dos Bastardz na época em que eles foram considerados traidores do hard-glam. E, com o Junior no palco (chapando legal), eis que eles tocam a minha adorada Mal Estar (que a galera trollava na época, falando que o refrão diz ''EU SÓ VIM TRAZER UM ALL-STAR''). Podem dizer o que quiser: eu curto pacas essa época emo-screamo dos Bastardos. Se bem que eu sou bastante suspeito já que, se depender de mim, o emocore irá voltar ao mainstream das paradas mundiais qualquer hora dessas, duma forma ou de outra.

Já o line-up do show contou com os dois guitarristas que estiveram em todas as formações da banda, os fundadores Danny Poison e Thomas Butcher, mais o baixista e o baterista da formação clássica; respectivamente, o provocador Drannath Kate, que se orgulhava de ser odiado pelos fãs de black metal de São Paulo, e o ''guia oficial dos puteiros de SP'' Mr. Lady.

Bem, foi um show bem bacana, que até me fez desejar ter presenciado de perto. Mesmo porque os dois shows dos Bastardz que eu assisti na vida, ambos em 2005 (um na Woodstock Discos e o outro na frente da Galeria do Rock), foram com o Nat no vocal. E ali eu teria a chance de conferir a performance do Fabz mais a participação para lá de especial do Junior Inc., que representou o período mais subestimado e negligenciado do grupo.

E lá perto do fim foi dito que o Danny estava fazendo aniversário naquela data, 48 anos. Acho que esse número foi trollagem, já que, na minha mente, ele teria entre trinta e tantos e quarenta e poucos. Não acho nem a pau que ele tenha tudo isso, 48. Mas enfim.

E muito sem noção o Drannath falando no microfone ''quem quiser transar, eu tô aqui''. Sim, em pleno Dezembro de 2020, quanto nem vacina anti-CUVID nós tínhamos no Brasil.

No mais, será que um dia conseguirei comprar o CD Jungle Outlaws? Nunca trombei essa porra em lugar algum. Bem, seguirei na busca ao disquinho, anyway. E seria bacana ver uma compilação da banda com as faixas que nunca foram lançadas em CD, como as coisas da época do Criss Sexx (no YT até tem uns áudios dele cantando algumas canções do EP com o Nat), as músicas do Junior Inc. e as faixas dessa fase atual, com o Fabz.

Viva os Bastardz.

 







 

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

As 4 Aquisições dos Garimpos da Segunda Metade de 2021 Até o Momento (1 CD Single + 1 Livrinho + 1 Livrão + 1 Fita VHS)





 

 

Desde o exato momento em que a segunda metade do ano começou, primeiro de Julho portanto, venho evitando adquirir novos itens colecionistas o máximo possível. Assim, de lá para cá, só comprei mesmo esse quarteto de coisas escaneado na atual postagem.

A primeira aquisição da leva foi em parceria do ''Mr. Dice'' (AKA Gabriel Caroccia), o representante oficial da Dado Group no Brasil. Estávamos num sebo de SP fuçando a seção dos CDs de 5 Bozos, e lá o Dado trombou o debut do The Creatures (projeto da Siouxsie Sioux, do Siouxsie and the Banshees - de quem até possuo o single não tão bom assim Fear of the Unknown, já da fase derradeira dela), intitulado Feast e importado do Japão.

Já o seu malfadado narrador encontrou um estranho CD single com uma capa para lá de esquisita: um espantalho com roupa de caubói. Pensando ''que porra é essa?'' eu peguei o CDzinho nas mãos e vi que se tratava duma tal Joanna, AKA Joanna Zychowicz, e a canção era chamada Dirty Country Girl. Óbvio que, como exímio colecionador de singles que sou, tive que adquirir essa caceta - principalmente se levarmos em consideração que essa mina e essa música são tão mega-desconhecidas que nem constam no YT. E, apesar do CD-S ser importado da Itália, parece mesmo que ela é polonesa (e se identifica como ''Johanna'' no início da canção), por mais que cante em inglês aqui. E, apesar do ''Country'' no título da música, a sonoridade é puramente pop. E, como o single é de 2000, e não encontrei nenhum registro de qualquer outra coisa na '''''discografia''''' dessa muié, então ela pode sim ser considerada uma cantora pop contemporânea, uma área que me interessa bastante por causa das épocas áureas da Miley, da Demi, da ''Tay'', da ''Katheryn'' Perry (na sensacional fase pop punk emonóide), da Gaga, da Rihanna, da Emily Osment, da Lily Allen, das coisas coisas boas da às vezes insuportável Charli XCX, da época boa da Lana Del Rey, da versão teen dessa última, a Billie Eilish, e de tantas outras. Bem, pelo menos eu vejo as coisas dessa forma: as popstars contemporâneas são aquelas cantoras que debutaram de 2000 adiante. Ou seja, pelo menos na minha categorização, essa Joanna para lá de obscura se encaixa sim. E olha que curioso: numa das raras imagens que encontrei dela online, ela está usando a mesmíssima roupa do espantalho na capa do single :)

Já na Quarta 21 eu voltei nesse mesmo sebo, porém em ''carreira solo'' nessa ocasião. E, como já estava faz um tempinho pensando em fazer a minha própria coleção de Goosebumps pela Abril, acabei trombando e adquirindo lá o # 8 da série, Terror na Biblioteca, por R$ 3. Isso é muito curioso, já que, quando eu tava adquirindo as GBs pro Alex, a # 8 também foi a primeiríssima edição que comprei, juntamente daquela GBs importada de Portugal, com a capinha lisérgica que até dá barato. E aqui vai uma pequena trivia: até onde sabemos, pelo menos três editoras diferentes publicaram GBs no Brasil. A primeira foi a Marques Saraiva, que iniciou a publicação de GBs em território BR aparentemente em 1996. Aí, cerca de dois anos depois, a Abril fez a sua publicação de GBs por aqui. Aí, tempos depois, foi a vez da Fundamento editar a série de RL Stine no nosso país. E, após fuçar GBs em dezenas e mais dezenas de sebos diferentes, cheguei a essa conclusão: as edições da Fundamento são sim bem fáceis de serem encontradas. Já as da Abril é possível encontrar com uma certa dificuldade. Mas as da Marques Saraiva... Bem, aí são extremamente difíceis de encontrar já que, de todos os lugares que fui, só encontrei mesmo uma única edição, e logo no ''Museu do Laser Disc''. E, é claro, as capinhas de GBs são maravilhosas e até parecem VHSs de terror dos anos 80.

Enfim...

Aí fui num sebo ali próximo, no mesmo dia, e acabei adquirindo a minha terceira (!!!) edição diferente de Miles to Go (AKA Hannah Montana e Eu), uma das biografias da Miley. Assim como as duas edições anteriores, essa terceira também custou 10 mangos. A minha primeira versão foi a nacional mesmo, comprada em 2018 num sebo ali perto, num garimpo em parceria do Gio ''Boca-Lixeiro'' Mendes. Já a segunda, importada dos EUA e com a capa dura, foi adquirida em Porto Alegre, no começo de 2019. E agora peguei essa terceira, também importada dos EUA porém sem capa dura. Existem algumas diferenças entre as três versões, mas deixarei pra falar disso caso eu faça um post sobre as biografias da Miley um dia (também tenho aqui a She Can't Stop). E, ainda sobre Miles to Go, como ela ainda era ''dimenó'' na época, não vou falar que ela tava uma baita ninfetinha gostosa pra caralho na capa do livro.

De resto, nesse mesmo sebo aproveitei pra trocar ideia com o atendente do recinto, e ele me contou uma história da vez em que o Angeli se encontrou com o Maluf. Como o Angeli sempre fazia humor massacrando o Maluf, ele se surpreendeu ao ver o Maluf o agradecendo por toda a divulgação. Foi aí que ele se tocou da burrada que fez, ajudando a popularizar um sujeito para lá de desprezível. E, em tempos mais atuais, foi esse mesmo tipo de humor escrachado que ajudou a popularizar e eleger o Bozotário através das suas aparições em atrocidades como SuperPop, Pânico e CQC. É bem nessas mesmo: se tratando de tipos como Maluf e Bozo, não dá para ser bonzinho e dar espaço e também não dá para fazer críticas leves e bem humoradas sobre eles. Só existem dois tipos de tratamentos para eles: ignorando completamente (se possível) e, se não for possível ignorar, os expondo de forma minuciosa, mostrando o quanto eles são filhos da puta inescrupulosos que não merecem apoio algum.

Avançamos agora para a noite da última Segunda, 2 de Agosto.

É, dois dias atrás eu pisei em um certo sebo do centro de SP que eu não frequentava desde o dia 3 de Julho, quando estive lá em parceria do Gio ''Fantasma da Boca'' Mendes.

É, lá estava eu na noite de Segunda, olhando as pilhas de VHS e não encontrando porra nenhuma. Até que, lá pelas tantas, quando já estava quase caindo fora, trombei uma fita bastante inusitada: uma bagaceira pós-apocalíptica oitentista chamada O Lobo do Deserto (Lone Runner - o nome até lembra ''Road Warrior'') dirigido pelo nosso chapinha ''Roger'' Deodato. Óbvio que a comprei, e por míseros 4 Bozos - sendo que, no adorável (?) ML (que está mais para ''IML''), está custando 90 mangos.

Bem, com essa fita, tenho agora seis VHSs do diretor de Cannibal Holocaust - que, segundo relatos variados (inclusive do renomado YouTuber Getro), saiu sim em VHS ''alternativa'' no Brasil. Poderia até ter mais fitas dele, se não tivesse vacilado e deixado passar pedras preciosas como Mutações Sangrentas (relançamento d'A Face), Grite por Socorro e As Três Faces do Mal.

E é bem interessante adquirir essa Deodato agora, pouquíssimo tempo depois do meu sonho para lá de bizarro em que eu trombava a Cannibal Holocaust pirata num garimpo dentro de um avião (!) e também do surgimento daquela fotinha de Cut and Run numa VHS que pode, talvez, ser uma fita bootleg.

E o elenco d'O Lobo do Deserto é bem interessante: Miles ''Ator'' O'Keefe (que contracenou com o Sean ''Jackass Bond'' Cornory em A Espada Vingadora, outra fita que comprei esse ano), John Steiner (que também atuou pro Deodato no divertido Contagem de Cadáveres - que, segundo uma lenda urbana, teria sido co-dirigido pelo David Hess), Savina Gersak (que fez a potencial vítima de um serial-killer em Carona para o Inferno, road-movie de suspense com esse já citado psycho sendo vivido pelo canastrão Mark Hamill - ele mesmo, o Lil Kunt Scumwanker de $tar War$, AKA Pior Franquia da História do Cinema Mundial) e também Ottaviano Dell'Aqua, ator-dublê que é simplesmente o zumbi do poster do Zombie do Fulci!

OK, já falei demais aqui. Até a próxima, CÃObada.

PS: Inacreditável que o Sebo do Messias ainda esteja vendendo a primeira temporada de The Blacklist em Blu-ray com BDs que estavam simplesmente grudados um no outro, PQP... Bola fora total do Messias por estar comercializando algo nesse péssimo estado. Tomara que ninguém perca dinheiro comprando essa tralha arrebentada.