sexta-feira, 11 de novembro de 2016

CONDE SADY NO INFERNO DA PUTARIA



SADYMANIA

Dando sequência aos posts Locadora de São Paulo (1980s; citando brevemente O Ônibus da Suruba 2, A.K.A. O Ônibus do Sexo - a obra-prima máxima de Sady na opinião deste que vos fala), BEM-VINDO AO MUNDO DA AIDS (sobre No Calor do Buraco) e DE VOLTA AO MUNDO DA AIDS (sobre Emoções Sexuais de um Jegue, A.K.A. Tesão no Interior)...

SPOILERS sobre A Máfia Sexual (1986, lançado em VHS pela Elite VP), ''pornô-horror'' repleto de ''Sadysmo'' e transgressões diversas:

Tenho uma teoria maluca (se eu reconheço que tal teoria talvez seja maluca, então eu não sou insano, certo?) de que Galego, o personagem vivido por Mestre Sady Baby (o maior cineasta brasileiro de todos os tempos ao lado do igualmente genial José Mojica Marins, vulgo Zé do Caixão), no seu A Máfia Sexual, seja, na verdade, um vampiro. Assim sendo, A Máfia Sexual é, na minha forma de enxergar, um filme de horror. Mesmo que por acidente, e não por concepção.

No filme de apenas uma hora de duração, o fugitivo da prisão Galego dorme em um caixão, bebe sangue do pescoço de um infeliz (o pastor interpretado por Bimbim - ''Ô CRENTE FILHO DA PUTA'') e, em um certo momento, parece ser capaz de estar em dois lugares ao mesmo tempo (teletransporte?) - o que alimenta o teor surrealista / absurdo de algumas sequências do cinema amalucado de Sady. Falando em aspectos surreais, o personagem do Renalto Alves é, afinal de contas, um policial ou um parceiro de crime de Sady?

Um dos destaques do filme vai pra doentia cena envolvendo uma prostituta e uma grande quantidade de óleo queimado. Mas nada é mais marcante do que os instantes finais, quando A Máfia Sexual parece abandonar o terreno da ficção e embarcar no mundo autobiográfico, com Sady atrás das grades reclamando sobre as dificuldades de se fazer pornografia no Brasil. É quando vemos recortes (reais) variados de jornais, com matérias sobre problemas enfrentados por Sady graças aos seus filmes, alguns deles proibidos de circular, como Caiu de Boca e Come Tudo (AKA Alucinações de um Gozador)...

O notório espetáculo sexploitation termina com uma X-Tayla (mais gatinha do que nos outros filmes; aliás, o filme é cheio de mulher bonita, o que não é lá algo muito comum nos filmes de Sady) passeando por cartazes de filmes como os controversos Caiu de Boca e Emoções Sexuais de um Cavalo. São trabalhos de Sady que, assim como boa parte de sua filmografia, correm o sério risco de ficarem perdidos: já que, muito tristemente, as nossas distribuidoras de vídeo não dão a mínima para esse nosso patrimônio vivo chamado Sady Baby.

VIVA SADY BABY!!!

Material Extra:

Farei também breves comentários sobre o ''trauma movie'' Paraíso da Sacanagem, dirigido por José Adalto Cardoso e Luiz Antônio de Oliveira, que é a estreia de Sady no cinema de sexo explícito.

O Wikipedia credita o filme como sendo de 1984, mas a contracapa da VHS brasileira (da Shat) diz 83. A mesma fitinha diz também que o filme foi uma das maiores bilheterias do Brasil na época. Vai saber se isso é verdade ou não.

Enfim...

Nunca imaginei ser capaz de odiar um filme estrelado por Mestre Sady Baby, mas certas deploráveis sequências escatológicas e zoófilas de Paraíso da Sacanagem ultrapassam todos os limites do aceitável. PQP. A cena do cachorro me fez mostrar os dois dedos médios pra tela, e mandar o filme tomar no cu. Detestável. Só de lembrar daquela porra de sequência, fico com vontade de vomitar. Não posso mais ver cachorro na rua que me recordo imediatamente daquelas malditas imagens, que talvez me assombrarão para sempre. Quero me esquecer de que vi essa desgraça. As sequências hardcore do filme são tão escrotas que até me deram pesadelos.

É, temos que ter em mente que Paraíso da Sacanagem é um filme COM Sady Baby, e não um filme DO Sady Baby, que aqui limita-se apenas a atuar (é o protagonista ao lado de sua ex-namorada Zilda Mayo) e ser responsável pelo argumento. É até estranho vê-lo interpretar o tal Nico (toma essa, Steven Seagal), um tipo até tímido e correto, que respeita o próximo e se dá bem com as pessoas. Muito diferente de seus personagens mais conhecidos, fucking scumbags criminosos que saem ofendendo e agredindo meio mundo.

A cena mais curiosa é o momento autobiográfico onde Sady aparece jogando futebol, até que uma lesão o retira do jogo. É uma rara oportunidade de nós, fãs do ator / cineasta, de o vermos na sua profissão pré-Sétima Arte. Outra curiosidade é a trilha picareta, que usa um trecho da música de Laranja Mecânica! E dá-lhe Kubrick surtando no caixão estilo a Catriona MacColl em Pavor na Cidade dos Zumbis.

De resto fica a trama policial e com toques dramáticos, onde Sady buscará se vingar do seu pai (uma situação recorrente em sua filmografia), sujeito inescrupuloso que causou a morte de sua mãe. Vemos também algum gore.

A obra é uma curiosidade que serve para conferirmos Sady em um raro papel de herói, e não vilão ou anti-herói. Mas quem não for fã do mestre irá se ofender pra caralho ao assistir Paraíso da Sacanagem. Na verdade, até os fãs de Sady poderão se chocar aqui. Se esse é o Paraíso, fico imaginando como seria o Inferno...

PS: Na Zingu! também há uma resenha de Paraíso da Sacanagem. Foi graças ao texto do expert em Boca do Lixo Matheus Trunk que fiquei sabendo que existem duas versões do filme: uma sem sexo explícito (assinada por Oliveira) e a hardcore (dirigida por Cardoso), que foi a que assisti. Teria a versão inicial, sem os enxertos XXX, também sido lançada em VHS?

PS extra: A partir de hoje o 7 Noites em Claro não ficará mais abandonado. Farei, no mínimo do mínimo, uma postagem por semana. You have my word on that.


Paixão Suicida (2006)

Wristcutters: A Love Story (que no Brasil recebeu o título imbecil de Paixão Suicida) continua a linha de supostas comédias românticas que entram na vertente do bizarro, e que possuem um algo irônico ''A Love Story'' em seus títulos. Previamente, na década de 1990, tivemos Lunatics: A Love Story / Loucos Muito Loucos (um dos raríssimos casos de filme estrelado pelo canastrão master Ted Raimi, irmão do traidor do movimento Sam Raimi) e Brain Smasher: A Love Story / Esmagador: Um Romance Atrapalhado (com a desaparecida Teri Hatcher, que volta e meia é ressuscitada na TV).

Só que Wristcutters (''cortadores de pulso'') é mais existencialista do que os outros dois filmes citados. Assim como Lunatics e Brain Smasher, também temos uma atriz gostosa (a delícia suprema Shannyn Sossamon, d'As Regras da Atração e A Entidade 2; SS provavelmente será o foco de uma futura edição do OD) como o eventual interesse romântico do protagonista. Os dois se encontram, em meio a outros tipos peculiares (entre eles o personagem de Tom Waits, que reforça a atmosfera Jarmuschiana do negócio), num além reservado somente para pessoas que cometeram suicídio durante a estadia na Terra. Na trilha, canções de bandas lideradas por notórios suicidas, como Joy Division e Christian Death.

Tal além é visto como uma espécie de versão piorada de suas vidas pré-suicídio e, dominados pelo mais puro tédio, esses personagens miseráveis tem como passatempo ficar adivinhando a forma como o próximo deu cabo de sua existência: ''Duvido vocês adivinharem como eu me matei.''

Tudo fica ainda mais esquisito quando surge em cena Bonnie Aarons. Sim, ela mesma: o mendigo de Cidade dos Sonhos e a freira de Invocação do Mal 2. Só que em Wristcutters há duas diferenças primordiais na participação de Aarons:

1) Ao contrário daqueles dois filmes, ela aparece aqui sem nenhuma maquiagem.

2) Ao contrário daqueles dois filmes, ela possui alguns diálogos dessa vez.

Creditada como ''MESSIAH WORSHIPPER'' (!!!), Aarons consegue ser ainda mais assustadora sem maquiagem. Não é por nada não, mas eu morro de medo dessa porra de atriz sinistra do caralho. Uma mistura de Marilyn Manson com capeta, sei lá. Sai pra lá, Satanás.

Enfim, Wristcutters (disponível em DVD nacional pela Fox, numa edição pelada) é uma interessante opção WTF para fãs de filmes independentes, e que fogem dos padrões estabelecidos por Hollywood. É uma ''dramédia'' adorável e divertida sobre o tédio e o suicídio; por mais contraditório que isso possa soar.


E daria uma ótima sessão tripla com Lunatics e Brain Smasher, ambos lançados em VHS no Brasil na década de 90 - pela LK-Tel / 20-20 Vision e pela América, respectivamente.

Completinho no You Tube




Um dos filmes mais lesados e dementes já cometidos pelo ser humano se encontra completinho no Your Toba (com legendas embutidas em inglês), para a alegria de toda uma nação de pirados degenerados e depravados. Os All Night Long ruleiam (com exceção do quinto) e simplesmente humilham os Joys of Torture, Angel Guts, Guinea Pig e toda outra franquia japa sequelada das ideias.

Eu simplesmente nunca imaginei que iria, um dia, poder ver um All Night Long completo e sem cortes no You Tube. Dá até uma sensação de estar fazendo algo ilegal... Tal cinessérie é motivo de idolatria para todos os antissociais niilistas que desejam o fim do mundo.

E uma curiosidade deste terceiro episódio é que eu me lembro claramente que, na primeira vez que o assisti, algo mais de 11 anos atrás, foi numa VHS de vigésima geração que dizia ''All Night Long 3: THE TRASH CAN RAPIST'' (''O Estuprador do Lixão'') no letreiro. Impagável.

Hail All Night Long.

E...

EU QUERO OS ALL NIGHT LONG EM BLU-RAY.

EU QUERO OS ALL NIGHT LONG EM BLU-RAY.

EU QUERO OS ALL NIGHT LONG EM BLU-RAY.

Washed-up Rédibengas

Nada é mais desolador do que Arsehole Maidull, Metallicunt, Megaidético, KI$$, Raléween, Slamer, Sax On (A letra de Cuzader é a mais vexaminosa ever: ''We christians are marching... For christendom's sake.'' Metal cristão é tudo de ruim.), Def Lepra, Antes da Coca / Depois da Coca (AKA All Cunts / Disguised Cunts), Gays N Posers, Antax, Blind Faguardian, Gay Vendider, Putas Priest, Hemanowhore e outros grupos rédibengas ainda na ativa em pleno 2016. A essa altura do campeonato, a única saída para essas bandas e seus fãs é o harakiri. É a única possibilidade de redenção.

De Volta ao Terror (2011)


Uma conversa entre um stalker freakazóide e pervertido (um recluso com aparência de morto-vivo, interpretado por um tal Toby Hemingway - sujeito que eu nunca havia visto mais gordo) e outro stalker freakazóide e pervertido (um tira perturbado vivido por Christian Slater - que, por falar em zumbis, foi recentemente ressuscitado na única série atual em que o hype é verdadeiramente justificado: Mr. Robot) durante uma cena de De Volta ao Terror (Playback, 2011):

''Eu quero todos os vídeos dos assassinatos cometidos pelo Harlan Diehl.''

''Por que diabos você está interessado neles?''

''O rumor é de que a irmã dele aparece pelada durante bastante tempo. Tenho um cliente interessado nesse material.''

''Cliente? Você tem clientes?''

''QUE FOI? VOCÊ ACHA QUE É O ÚNICO SICK FUCK NA CIDADE INTEIRA?''

Hahahaha.

A bagaça ''so bad it's good'', que faz o gênero horror ''self-aware'' (com referências a incontáveis exemplares do gênero, como A Tortura do Medo, Zombie: A Volta dos Mortos, Ring: O Chamado, Coração Satânico, O Advogado do Diabo, As Bruxas de Eastwick, Pesadelo Mortal, Pânico, entre outros), retrata uma cidadezinha da pesada, onde os dois weirdos vivem em meio a um grupo de amigos envolvidos na filmagem de uma produção de terror underground, sobre as mortes cometidas pelo já citado Harlan Diehl. Tal psicopata terá uma estranha ligação com Louis Le Prince, que, na mitologia apresentada pelo filme, foi o primeiro cineasta da história. Le Prince fez um pacto com o Cão e realizou um curta-metragem maldito, onde todos os atores foram pro saco após trabalharem na produção. É óbvio que tal maldição se refletirá na cinebiografia de Diehl.

Apesar de bastante tosco em diversos momentos de horror, De Volta ao Terror poderá ser uma diversão bagaceira ao fã de terror procurando por um entretenimento despretensioso voltado aos iniciados do gênero. Os personagens impagáveis funcionaram legal comigo.

A Sombra de um Disfarce (1992)

Um Charlie Sheen completamente enlouquecido interpreta um gambé infiltrado (o tira que odeia tiras, já que sofreu mal tratos policiais na infância), espécie de mescla entre os perturbados protagonistas dos clássicos Viver e Morrer em Los Angeles e ID: Fúria nas Arquibancadas, em A Sombra de um Disfarce (Beyond the Law ou Fixing the Shadow, de 1992), espécie de variação boa das problemáticas tranqueiras Caçadores de Emoção e Velozes e Furiosos. Só que aqui temos motos no lugar de pranchas ou carros turbinados, e Michael Madsen ao invés dos menos carismáticos Patrick Swayze e Vin Diesel.

Outra semelhança com o filme da horrorosa Kathryn Bigelow (cujo sucesso comercial provavelmente originou A Sombra de um Disfarce) é a presença constante de bandas de metal farofa na trilha sonora. Mas, enquanto Caçadores tinha grupos consagrados como Ratt e LA Guns, aqui temos só o ''Lado Z'' do gênero, com renegados do tipo Asphalt Ballet e Saigon Kick.

Mas, ao contrário do filminho da Mulher-Macho e da franquia para adolescentes tarados por carros, A Sombra de um Disfarce é baseado numa história real, e o Dan Saxon verdadeiro chega a aparecer no filme como figurante.

E como é prazeroso ver Sheen e Madsen, dois alcoólatras assustadores da vida real, interpretar personagens igualmente chapados, birutas e perigosos. A única frustração é ver a trama cair um pouquinho no final. Ainda assim é bem legal, e recomendado para os fãs do subgênero ''undercover'' / ''infiltrado''. E ''tio'' Charlie destrói no papel principal, mostrando mais uma vez como manda bem vivendo tipos desequilibrados. Assim como Mark Hamill (Uma Carona para o Inferno) e Brendan Fraser (Paixões na Floresta), Sheen nasceu para interpretar tipos psicóticos e perturbados, mas, muito infelizmente, os produtores e diretores não perceberam isso. O irmão do Emilio Estevez também provou bem essa teoria em The Boys Next Door (que teve inúmeros títulos diferentes no Brasil, entre eles Jovens Assassinos e Ódio Cego) e Sob Pressão, além do excêntrico (e desequilibrado) detetive na caça a um psicopata que viveu em Morte Anunciada.

Reclusão

--> Ao contrário do que alguns poderiam imaginar, não estou aderindo à reclusão social. E sim oficializando a aceitação da minha condição de eterno isolado, ao invés de continuar fingindo ter qualquer tipo de tática social, ou que sou querido por tipos indiferentes - ou algo assim. Sempre estive sozinho e condenado a permanecer assim, mas agora eu aceito isso abertamente. Assim como também aceito que não sei me comunicar com as pessoas.

Estava também cansado de ser coadjuvante da minha própria vida. Once a freak, always a freak. Não dá pra fingir saber se encaixar, ou cair na ilusão de que querem estar com você: a vida reserva um preço muito alto para aqueles vivendo à parte. Não que isso importe mais. Faz alguns meses que certamente não tem mais nenhuma importância.

Como diz um d'Os Gênios do Lixo (Garbage Pail Kids):

''We must stay away from the normies, the normal people.''

E a grande verdade é que muitos supostos freaks são normais perto de mim. É uma maldição e também uma benção. Ao mesmo tempo que invejo certas coisas nas vidas das pessoas normais, me sinto bem por não ser daquela forma, já que não consigo imaginar como alguém poderia passar um mísero dia sem desejar o fim do Planeta Terra.

Hermético ou não, eu tinha que fazer esse post.

Don't live a lie
This is your one life

Don't live it like you won't get lost
Just walk
Just walk

It's a Liberty Walk

Here's to all the ones trying to hold you back
Trying to make you feel like you're less than that
Giving nothing more better than to make you crack
But really just trying to put your dreams off track

And you know in the end it'll be OK
'Cuz all that really matters are the steps you take
And everything else falls into place
There's no price to pay

I say:
We're alright
Yeah, yeah
We're gonna get it
When we're living

It's a Liberty Walk
Walk

Say goodbye to the people who tied you up

It's a Liberty Walk
Walk

Feeling your heart again
Breathing new oxygen

It's a Liberty Walk
Walk

Free yourself
Slam the door
Not a prisoner anymore

Liberty

It's a Liberty Walk

Don't stop
Keep on walking
Don't stop
Keep on talking

Walk

Don't be afraid to make a move
It won't hurt you
Just do what you were born to do
And everything works alright

Don't listen to all the people who hate
'Cuz all they do is help make your mistakes for ya

But they don't own ya
I just told ya

Alright
Yeah, yeah
We're gonna get it
When we're living

It's a Liberty Walk
Walk

Say goodbye to the people who tied you up

It's a Liberty Walk
Walk

Feeling your heart again
Breathing new oxygen

It's a Liberty Walk
Walk

Free yourself
Slam the door
Not a prisoner anymore

Liberty

It's a Liberty Walk

Don't stop
Keep on walking
Don't stop
Keep on talking

(Just walk this way)

Don't like...
Don't like...
Don't like...
Don't like...

Don't like what you do?
Walk
Don't take the abuse
Walk
Move to the truth
People...
Come on, that means you

It's a Liberty Walk
Walk

Say goodbye to the people who tied you up

It's a Liberty Walk
Walk

Feeling your heart again
Breathing new oxygen

It's a Liberty Walk
Walk

Free yourself
Slam the door
Not a prisoner anymore

Liberty

It's a Liberty Walk

Don't stop
Keep on walking
Don't stop
Keep on talking

(...)

Se ela só tivesse essa canção em toda a carreira, já seria motivo para ela ser adorada. Essa música / letra sozinha >>>>> toda a discografia dos abomináveis senhores Buça Dick N Scum, Gene $immon$ e David Coverdull

 https://www.youtube.com/watch?v=9crtkgo5vnY