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Tardei mas, finalmente, relatarei aqui a minha passagem por Curitiba entre 25 e 28 de Março de 2022. Tentarei dar uma certa resumida para não deixar o post gigantesco - mas a postagem provavelmente ficará gigantesca de qualquer forma.
SEXTA - 25 - MARÇO (certos massacres gerais)
Tomei três (!) ônibus para chegar na porra da rodoviária e pegar o ônibus que me levaria até Curitiba.
No primeiro, trombei um cidadão mal-encarado com camiseta dos fascistas do Slayer, bandeca horrorosa e repetitiva composta por Trumpistas, cristontos e doentões em geral. Como eu estava com camiseta do MCR (do Revenge ainda, o disco deles com a capa mais emo), achei que o maluco fosse querer me esganar, mesmo porque, no passado, o MCR já recebeu vaias e garrafadas de fãs de IsLamer - e de Megaidético também. Mas, para minha surpresa, o cara me deixou em paz. Bem, de qualquer forma... Fuck Slayer.
Já o segundo teve o pneu estourado...
... o que me obrigou a esperar o terceiro, que, finalmente, me levou até a rodoviária.
Ônibus de viagem tomado, dormi o máximo que pude, já que não havia dormido absolutamente nada em casa.
Lá pelas tantas o busão fez uma parada no restaurante Graal: Buenos Aires. Aí o seu humilde narrador saiu para comer no recinto. Recinto esse caro pacaray, diga-se de passagem, com um refri quente e esculhambado - uma caríssima Fanta Uva - e uma comida que tive que comer meio que na pressa, para voltar ao bus a tempo. Para piorar, os fellas estavam sem os talheres justamente naquela hora, fazendo com que eu perdesse uns minutinhos esperando que um funcionário deles fosse buscar novos talheres pros clientes. Presepada total. Foi por esses motivos que, na viagem de volta, nem fiz questão de descer do ônibus e voltar nesse Graal: Buenos Aires. Eles lucram com a fome da galera, e, daí, metem a faca sem dó - ou melhor, não metem a faca por ausência da mesma...
Mas OK: lá pelo final da tarde, eis que cheguei em Curitiba.
A minha ideia inicial seria chegar no hotel San Juan (onde o Guitardo chegou a trampar por uma semana, até ser mandado embora com umas ''justificativas'' nonsense em 2018), ajeitar tudo rapidamente e dar uma corrida pro centro atrás de sebos ou algo assim, tentando aproveitar o que fosse possível antes do comércio todo fechar.
Mas, como o hotel fez questão de atrapalhar as coisas e me fazer perder tempo, não consegui fazer qualquer tipo de garimpo central naquela Sexta 25.
Primeiro demoraram - bem - mais tempo do que deveriam ao acertar as questões burocráticas, sendo que seria muito mais simples pegarem meu RG e saírem anotando as coisas de acordo com o documento. Que nada: foram me fazendo trocentas perguntas variadas e até refazendo algumas delas.
Depois tive um novo atraso ao não conseguir acessar o wi-fi deles tão rapidamente ou facilmente quanto deveria.
E aí subo no meu quarto e descubro que a minha chave simplesmente não está funcionando. Tentei várias vezes e nada.
Volto na recepção e comunico o problema. ''Nós estamos sem sistema agora (!), então espera um pouco aí.'' Fico lá esperando por um tempo e nada. E olha que não havia ninguém sendo atendido lá naquele momento. Aí espero mais um pouco e, como não me atenderam, decido subir e ficar no corredor fuçando a internet até eles criarem vergonha na cara e resolver o problema. Aí falo ''beleza, eu volto depois então''. Aí o recepcionista diz ''não; dá pra resolver agora''. Inacreditável.
Problema resolvido (tardiamente), entro no quarto - com uma iluminação a la boate - e descubro que o Multishow - que exibe o Lollapalooza - não está disponível lá. Bem, aí a culpa já foi minha, já que não havia verificado de maneira totalmente clara sobre a disponibilidade do canal. Mas, por outro lado, PQP, já estive em hotéis mais simples do que esse que tinham sim o Multishow.
Mas, nessa questão, consegui remediar a situação comunicando um parente e, assim, recebendo instruções e instalando um aplicativo no tablet para acessar o Multishow. Afinal, era absolutamente essencial assistir lá o show da Miley no dia seguinte - por mais que eu já soubesse de antemão que o setlist e a performance dela deixariam bastante a desejar.
Enfim, com todos esses contratempos, já era noitinha quando consegui sair do hotel. Aí só deu mesmo para ir no shopping center mais próximo dar uma olhada geral - e verificar também o lugar exato onde eu encontraria o Guitardo no dia seguinte - e comer alguma coisa.
De volta ao hotel, teria mais uma frustração - naquele dia - antes de dormir algumas míseras horinhas. Fui tomar banho e, caralho, meus chinelos grudavam no chão enquanto a água caía, dificultando bastante o movimento das pernas! É algum problema da água do chuveiro deles e/ou do piso deles no box. Sei lá, mas foi bizarro e algo que eu JAMAIS experimentei em qualquer outro lugar. (E sim, o problema se repetiu nos banhos seguintes...)
SÁBADO - 26 - MARÇO (rolê-garimpo com o Guitardo e show da Miley)
Marquei com o Guitardo dentro duma área específica do shopping center mais próximo ao hotel. E lá nos encontramos, para sairmos no rolê a seguir - passeio esse que durou algo mais de 7 horas de duração no total. É: agora posso dizer que conheço TODOS os meus amigos pessoalmente, já que só restava encontrar o Guitardo - com quem mantenho contato constante faz três anos.
E, logo de cara, ele me presenteou com o Blu-ray duplo d'Os Caça-Fantasmas 1 + 2, com o DVD da continuação de Círculo de Fogo (com duas minas que curto bastante, a ''Jap'' Rinko ''Norwegian Wood'' Kikuchi e a tomboy americana Cailee ''Mare of Easttown'' Spaeny - que, para variar, também é cantora; ou tenta ser...) e um DVD-R full-rip do clássico Um Corpo Que Cai, do mestre Hitch.
Aí, após sairmos de vez do shopping, o Guitardo acabou sendo o meu guia de sebos daquela tarde de Sábado.
Aí, logo no primeiro sebo, após passarmos um bom tempo não encontrando nada de interessante entre as seções de CDs, eis que achei uma pérola lacrada na área de artistas nacionais de pop-rock: o segundo álbum do Lipstick, o Roquenroll. Lá na metade de 2021 eu havia conseguido o primeiro delas num sebo de SP, mas o segundo continuava ''missing in action'' por tudo que era canto de SP. Eis que finalmente o adquiri agora. Bem, por mais que seja uma gigantesca decepção se comparado ao primeiro (que é um clássico), esse segundo ao menos se mantêm digno. Mas é triste vê-las se perder ao abandonar o peso do debut e tentar fazer uma resposta feminina a onda colorida então liderada por Cine e Restart (e por bandas como All Time Low e Forever the Sickest Kids lá fora). E, mais triste ainda, foi ver a participação da deprimente Tatá Werneck (uma das mulheres mais repulsivas do Brasil, ao lado de outras desgraças do tipo Sonia Abrão e Lucianta) no clipe da faixa Eu Vou pro Roquenroll... Mas, beleza, de qualquer forma era um CD que eu caçava bastante e, com ele, fecho a discografia básica do Lipstick, que só tem esses dois álbuns de estúdio. Resta agora adquirir os singles da banda - que nunca trombei em lugar algum.
Aí, na mesma loja, eis que peguei também o BD do primeiro Cemitério Maldito, da época em que a Mary Lambert ainda não chupava bolas de macaco - já que ela só tinha dirigido a bizarrice nível extra hard Marcas de uma Paixão e esse primeiro Cemitério, além de clipes de gente como Madonna e Motley Crue.
O CD do Lipstick saiu por 10 mangos e o BD custou 20. (E é interessante pensar que dois dos filmes adquiridos em BD naquele dia eu já tinha em VHS ''alternativa'': Cemitério Maldito eu comprei por R$ 2 ou R$ 3 em 2014 na finada Discomania da São João; já o primeiro Os Caça-Fantasmas eu peguei por R$ 5, sem capa, em Dezembro passado. Cemitério Maldito aparece como Cemitério da Morte na etiqueta da fita em si e, no play, está como Cemitério de Animais. Já Os Caça-Fantasmas, na fita pirata, está como... Hum... AS CAÇADAS DE GASPARZINHO!!!!! Há, mais engraçado do que isso é só mesmo o amiguinho do Olavo ali na capa do BD fazendo o 1 com uma mão e o 2 com a outra.)
Após isso, acabamos em um outro sebo, onde, lá pelas tantas, encontrei um CD compilação de JPop que, ao olhar na contracapa, descobri que tinha uma canção do Princess Princess, The Summer Vacation, já da fase decadente-moribunda da banda, pós-1991. Aliás, até tenho esse single The Summer Vacation, que foi o último single que consegui comprar da banda na vida, lá no longínquo ano de 2009, no finado segundo Sebo da Liberdade - onde retornei dias depois e consegui um single da Kaori solo, da canção Sparkle, lançado pouquíssimo tempo depois do fim do grupo.
Enfim, por mais que The Summer Vacation seja bem mais ou menos, fazia uma década que eu não trombava nada de P2 e, como sempre tive o hábito de pegar tudo que encontro da banda (desde que a conheci em Dezembro de 2005), não pude deixar esse CD passar batido. (E tem outra: por mais que seja uma gigantesca decepção se comparada com as melhores coisas da banda, e por mais que não chegue aos pés da maravilinda Sekai de Ichiban Atsui Natsu, AKA The Hottest Summer in the World, e nem mesmo de Natsu no Owari, AKA The End of Summer, The Summer Vacation NÃO é a pior canção do P2 com ''Summer'' no nome: esse título é reservado a simplesmente pavorosa Summer Madness, a pior coisa já gravada pelo grupo durante todo o tempo que esteve na ativa. E o mais inacreditável é pensar que gravaram um VIDEOCLIPE OFICIAL para aquela atrocidade, quando deveriam ter feito um clipe para a fodástica Joker - com a Kanako no vocal - no lugar ''daquilo''. Aliás, vou aproveitar a deixa para dizer que, naquele período do comecinho dos anos 90 até o fim da banda em 1996, a Kanako tava sim cantando muito melhor do que a Kaori - além de ter uma carreira solo muito superior também.)
Anyway, P2 é daquelas bandas tipo Megadeth, em que o primeiro disco não é um clássico. O primeiro delas - da época em que ainda se chamavam Akasaka Komachi - é apenas interessante. Porém, o grande período da banda foi de 1986 a 1991 (sendo que lançaram dois discos de estúdio em 1988!), com obra-prima após obra-prima dentro do JPop-JRock-JWhatever feminino clássico. Mas chega: é melhor deixar a empolgação de lado e parar de falar sobre essa banda, porque, daí, eu não iria mais conseguir falar de nenhum outro assunto e ficaria só nisso...
Ainda dentro do JPop feminino 80, também consegui no mesmo sebo um CD da Yoko Oginome, CD-Rider, de quem eu já possuía um single desde mil novecentos e bolinha (na verdade, desde meados da segunda metade dos anos 2000).
E, na seção de DVDs, acabei conseguindo o Viagem do Medo, já resenhado aqui dois posts atrás. Os CDs saíram por R$ 9.90 cada e o DVD por R$ 5.10. E é interessante ver que o nome do sebo aparece como ''Capricho'' na capa de um CD e como ''Kapricho'' na capa de outro. Afinal de contas, será que o nome correto é ''Capricho'' ou ''Kapricho''... Make up your fucking minds, motherfuckers :)
Como era Sábado e os sebos, assim, já estavam todos fechando lá por meados da tarde, o Guitardo me levou, então, para duas lojas de camisetas de rock e afins.
Na primeira foi muito curioso porque tinha uma seção toda dedicada a camisetas emo-screamo que haviam encalhado, e provavelmente estão ali sem vender desde a época em que o estilo estava no mainstream. Foi surpreendente ver camisetas de bandas que parecem ter desaparecido faz tempo aqui em SP: The Used (que tinha uns dois ou três modelos diferentes, e que me arrependi de não comprar nenhuma), Boys Like Girls (blergh), Cash Cash (blergh parte II), Atreyu, AFI, Attack Attack, Funeral for a Friend, We Came as Romans, All-American Rejects, Finch... Foi surreal ver essa seção aí (com esses encalhes de 15-20 anos atrás), e nem parecia realidade, já que muito dificilmente alguém encontrará camiseta de algum desses nomes em SP em pleno 2022. Uma pena que não tinha nem Fake Number e nem Hey Monday. Curiosamente não tinha MCR também, infinitamente mais famoso do que essas bandas dessas camisetas aí.
Aí fomos em outra loja de camisetas, onde acabei adquirindo a já citada - no post anterior - camiseta do MCR do disco Revenge por R$ 60, mais detalhada e grandiosa do que a minha Revenge anterior.
Mas a grande surpresa dessa loja, para o meu mais absoluto espanto e deleite, é que eles tinham DUAS camisetas do Fake Number encalhadas lá!!! Foi a primeira vez na vida que vi uma camiseta da banda na minha frente. Nem pude acreditar. E o mais legal de tudo é que é a exata camiseta que eu queria fazer de forma custom, que é o fundo preto e o logo - branco numa camiseta e cinza na outra - idêntico ao mostrado nos créditos finais do clipe Último Trem. Ou seja, é bem possível que essas duas camisetas estivessem lá sem vender desde 2013.
Essas duas me custaram 40 reais cada e foram excelentes, excelentes aquisições - já que, aqui em SP, não se encontra camiseta do FKN em lugar nenhum.
Na saideira, fomos no McCuntDunno's comer um rango, beber refri e ficar conversando sobre assuntos diversos, tipo o próximo evento emo que eu estou num gigantesco dilema sobre ir ou não, entre outras paradas.
Após o Guitardo voltar pra casa dele, voltei pro hotel e aguardei até a hora do show da Miley. Antes do show começar, tive que aturar os depoimentos dos fãs completamente bitolados dela, sem nenhum bom senso, senso crítico ou contato com a realidade. Um deles declarou que todos os discos da Miley são grandes álbuns (até parece), outro disse que ela acerta sempre (yeah, right), um declarou que queria ouvir no show o hino feminazi Mother's Daughter e outro que queria escutar a mais ou menos xaropeta High, do pavoroso último álbum, o Plastic Hearts. Bem... Por mais que eu ame a Miley até certo ponto, tenho trocentas críticas a ela (prova disso é que ela possui mais ou menos umas 90 canções que eu não curto - sem exagero) e jamais gostaria de ficar igual esses fanáticos sem noção que estavam lá na frente do palco para assistir o show dela.
Aí, com algum atraso, teve início o show da muié, já, de cara, parcialmente estragando We Can't Stop - justo a música que me trouxe a ''Mileylândia'' no dia 5 de Maio de 2015, quando a escutei de verdade pela primeira vez e surtei legal.
Enquanto o show ia acontecendo, fui anotando aqui o setlist e, ao olhar a relação agora, PQP...
Bem, para encurtar tudo, posso adiantar que, das 20 músicas ali apresentadas, só teve DUAS que realmente foram absolutamente devastadoras e me fizeram desejar estar lá: a maravilhosa The Climb e a ainda mais maravilhosa See You Again, primeiro single e primeira faixa do primeiro disco da ''Mi'':
''THE LAST TIME I FREAKED OUT.
I JUST KEPT LOOKIN' DOWN.
I STU-STU-STUTTERED WHEN YOU ASKED ME WHAT I'M THINKIN' ABOUT.
FELT LIKE I COULDN'T BREATHE.
YOU ASKED WHAT'S WRONG WITH ME.
MY BEST FRIEND LESLIE SAID:
''OW, SHE'S JUST BEIN' MILEY.''
THE NEXT TIME WE HANG OUT, I WILL REDEEM MYSELF.
MY HEART CAN'T REST 'TIL THEN.
I CAN'T WAIT...
TO SEE YOU AGAIN.''
Essa música é uma das coisas mais sensacionais da história da humanidade - não só da história da música. E é nessas horas que até esqueço de todos os problemas que tenho com a Miley estragando sua carreira e seus setlists mais e mais, desde que cometeu o bizarríssimo suicídio comercial Dead Petz em 2015.
Mas, tirando essas duas maravilhas dos seus tempo áureos, o show foi bastante problemático, além de não ter NENHUMA faixa do Can't Be Tamed, o meu disco favorito dela e o único dela sem nenhuma faixa ruim.
OK, estou com o setlist anotado aqui na minha cara... Do Plastic Hearts teve a faixa-título, mais três outras. Até admito que, ao vivo, elas não soaram tão ruins quanto no disco, mas continuam não sendo agradáveis de se ouvir.
O show também contou com o dueto com o nosso '''''orgulho nacional''''' Anitta na Boys Don't Cry, a única música legalzinha da Anitta, além dos covers nonsense Heart of Glass (Blondie), Bang Bang (chatice da Cher - pleonasmo) e um trecho de Where Is My Mind, dos Pixies, surgindo dentro (!) da We Can't Stop e estragando tudo. Teve também singles isolados como a algo clássica 23 e as não muito agradáveis Mother's Daughter e Nothing Breaks Like a Heart - que valem mais pelos clipes, já que, para variar, ela está gostosa demais neles.
De resto, performances não muito caprichadas das clássicas (clássicas sim, porém muito longe de serem as melhores dos seus discos de origem) 7 Things, Fly on the Wall e Party in the USA. Nessas músicas a Miley provou que, apesar de não fazer playback, volta e meia é salva pelas cantoras dos backing vocals, já que ela - preguiçosa pacaray - deixava de cantar trechos diversos de músicas variadas durante o show inteiro!
E já estava esquecendo de citar: rolaram também a divertida Bangerz (SMS), a insuportável Wrecking Ball (que eu adoraria nunca mais ter que escutar na vida) e, do mesmo disco, para a minha surpresa e desgosto, a pavorosa 4X4, simplesmente a SEGUNDA PIOR faixa de toda a era Bangerz - só não é pior do que a deplorável Love Money Party. E 4X4 é tão deixada para escanteio (com razão) que, de todas as músicas do show, foi a ÚNICA que o nome não apareceu na tela da Multishow! Quando ela começou a rolar eu simplesmente não podia acreditar que uma canção tão horrível havia sido escolhida para tocar no show. É por essas e outras que eu só iria em show da Miley se pudesse escolher o setlist.
No mais, foi estranho ver as câmeras mostrarem tanto o batera Stacy Jones (vocalista e guitarrista daquela banda ''emonóide'' American Hi-Fi), enquanto os guitarristas Jamie Arentzen (também do American Hi-Fi) e Jaco Caraco (esse nome é foda...) apareciam tão pouco - quase nunca.
Enfim...
Esse Lollapalooza foi marcado por coisas diversas: a morte do Taylor Hawkins (mais um caso clássico do ''EVERYBODY LOVES YOU WHEN YOU'RE DEAD'', já que, em vida, só os fãs mais hardcore dos Fool Fighters se importavam com o maluco), as chuvas cabulosas que prejudicaram o primeiro dos três dias do festival, os belos e necessários protestos contra o desgoverno do Mijair Boçalnazi (sujeito que consegue ser mais desgraçado do que um crossover Marvel-DC) e o fato de que foi o primeiro show da Miley após ela escapar da morte com o sinistro lance lá do raio atingindo o avião dela. (Miley essa que, aliás, foi infectada com COVID pela passagem no Brasil. Sei lá... Vai saber se ela e a Anitta não deram uma ''chapuletada'' antes e/ou depois do show do Lulapalooza...)
É isso. Ainda bem que não fui no Lolla. Afinal, só tinha Miley e A Day to Remember de interesse para mim nesse dia, e teria me custado algo bem próximo de 1000 reais, somando ingresso, taxa de (in)conveniência, condução e demais despesas. Por mais que fossem R$ 1000 muito mais bem gastos do que pagar o mesmo valor numa VHS de slasher fuleiro do Jim ''Quantidade Acima da Qualidade'' Wynorski, continuaria não valendo a pena. Continuo preferindo comprar mil picolés no lugar - isso sim.
DOMINGO - 27 - MARÇO
Com as ruas praticamente desertas, não consegui fazer nenhuma caminhada muito extensa. Desviei de possíveis trombadas, comi no shopping pela última vez e voltei pro hotel. Pedi uma pizza no próprio hotel, metade calabresa e metade quatro queijos, por R$ 46, e acabei me arrependendo. A de calabresa tava OK, mas a outra tava bem esculhambada. Ahh, e o azeite de saquinho tava ruim pacaray. E, para fechar a noite, deixei a TV ligada no Oscar enquanto fuçava algumas coisas online. E, sem prestar muita atenção, fui pego de surpresa pelo Will Smith dando o tapão no Chris Rock - em defesa duma mulher chata pra cacete que, inclusive, já o traiu no passado...
SEGUNDA - 28 - MARÇO
Nada de mais para relatar. Peguei o ônibus e voltei para Sampa.
PS: Qualquer coisa, deixarei para completar o raciocínio geral - e passar algumas infos adicionais sobre minha passagem por Curitiba - ali na seção de comentários. (Cacetada, gastei quatro fucking horas para escrever esse post...)
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